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- Libros multisensoriales como estrategia de aprendizaje para mejorar la adquisición de las nociones de cantidad y conjuntos en niños con necesidades educativas especiales.Publication . Sacán, Johanna; Tufiño, Mariela; Paucar, Sandra; Sousa, Célia; Vicente, LuísLa presente investigación está dirigida al análisis de la utilización de libros multisensoriales como estrategia de aprendizaje para mejorar la adquisición de las Nociones de Cantidad y Conjuntos en niños de 4 a 5 años con necesidades educativas especiales, esta investigación alcanza relevancia al considerar el planteamiento del problema, donde se da a conocer las falencias que se presenta en el desarrollo de dichas nociones frente a la utilización de un material didáctico poli funcional dejando de lado las necesidades y formas de aprendizaje que presentan los niños. A través de la aplicación de una guía de observación, una encuesta y una ficha de observación se pudo determinar que los cuentos multisensoriales son de vital importancia para trabajar las Nociones de Cantidad y Conjuntos, tomando en cuenta que para llegar a esta noción se debe trabajar ciertas operaciones básicas del pensamiento, que juegan un papel importante y deben ser abordadas a esta edad, tales como: clasificación, seriación, correspondencia, conservación de la cantidad, entre otros y el trabajar con niños con necesidades educativas especiales se transforma el trabajo de enseñar en un reto para el docente. Gracias al empleo de material multisensorial las operaciones lógico matemáticas resultan más sencillas al momento de enseñar y aprender creando ambientes de aprendizaje significativos. Finalmente se puede mencionar que los libros multisensoriales, son una estrategia útil tanto para el docente como para los niños, permitiendo incluir e integrar a los niños con necesidades educativas especiales, desarrollando en ellos la afectividad, la socialización, pero sobre todo despertando el interés por la matemática.
- Pictogramas na literatura inclusivaPublication . Kellermann, Claudia; Vicente, Luís; Heidrich, Regina; Sousa, CéliaO estudo dos formatos aplicados de pictogramas para literatura infantil tem por objetivo identificar facilitadores da leitura para crianças com défice intelectual e baixa visão. A produção literária em múltiplos formatos para promover a inclusão de crianças com NEE (necessidades educativas especiais) nos leva a investigar os caminhos e resultados do que está sendo feito. Os livros infantis com pictogramas ainda são poucos e com formatos e tamanhos diversificados. Um levantamento da biblioteca infantil inclusiva, disponível no CRID (Centro de Recursos para Inclusão Digital) da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, Portugal, nos permitiu conhecer os dados das medidas de ilustrações dos pictogramas nas obras já produzidas. A partir dos resultados, experimentamos as medidas de estudos com um grupo de crianças atendidas no CRID para perceber a percetividade dos textos com pictogramas e qual o formato, medidas e espaçamento que os torna de mais fácil a compreensão na leitura. Este formato de literatura conhecido como “multiformato”, ou múltiplo formato precisa ser mais explorada por uma forma importante de desenho inclusivo ou universal na literatura infantil.
- Inclusão no Envelhecimento: Avaliação das Acessibilidades na RestauraçãoPublication . Vicente, Luís; Olmos Migueláñez, Susana; Pocinho, Ricardo; Sousa, CéliaNão existe em Portugal uma legislação específica para que os espaços de restauração sejam acessíveis a todas as pessoas. As pessoas idosas apresentam muitas vezes algumas dificuldades nas suas capacidades motoras, sensoriais, comunicativas, intelectuais. O Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de agosto aprova o regime da acessibilidade de edifícios e estabelecimentos que recebem público, mas um espaço tão específico como um restaurante necessita de uma legislação que indique as distâncias que devem existir entre mesas para que os funcionários e clientes com e sem mobilidade condicionada possam circular livremente, mas também indicações sobre como comunicar oralmente e digitalmente, prestar um atendimento personalizado, o tipo de instrumentos que devem estar ao dispor de clientes idosos e as atitudes a ter com esta população. Os resultados deste estudo mostram que as pessoas idosas podem frequentar um espaço de restauração com segurança e conforto para realizar a sua refeição com dignidade. Existem também algumas fragilidades, no entanto a gerência e os funcionários apresentam muita disponibilidade e sensibilidade para a população idosa.
- Inclusão SocialPublication . Vicente, Luís Ricardo Silva Montez; Barreto, Maria Antónia Belchior Ferreira; Sousa, Célia Maria Adão de Oliveira Aguiar deEm Portugal não existe uma legislação específica a aplicar em espaços de restauração para os tornar acessíveis a todas as pessoas, independentemente do seu grau de capacidade motora, sensorial, comunicativa, intelectual e desenvolvimental. O Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de agosto aprova o regime da acessibilidade de edifícios e estabelecimentos que recebem público, no entanto existem várias lacunas no que diz respeito a um espaço tão específico como um restaurante, tais como as distâncias que devem existir entre mesas para que os funcionários e clientes com e sem mobilidade condicionada possam circular livremente ou a obrigatoriedade destes espaços possuírem ementas que possam ser acessíveis a todos. O presente estudo centra-se na avaliação das acessibilidades de um restaurante. O estudo é de natureza qualitativa e avalia se o referido restaurante apresenta acessibilidades arquitetónicas, comunicacionais, atitudinais, instrumentais e digitais que permitam a sua frequência por pessoas com necessidades específicas. Os resultados finais deste estudo mostram que é possível ter um espaço físico que permite receber todas as pessoas com comodidade e a segurança necessárias para realizar uma refeição com dignidade. Verificam-se fragilidades no atendimento a pessoas com deficiência por inexistência de formação adequada, mas existe disponibilidade e convicção de que é possível fazer um atendimento de excelência a qualquer pessoa quando há sensibilização para tratar o cliente como um ser único que tem necessidades e comportamentos únicos.
- A importância da acessibilidade nos espaços de restauraçãoPublication . Vicente, Luís; Sousa, Célia; Barreto, Maria Antónia
- Baixa Visão Adquirida Antes do Ingresso no Ensino Superior – Estudo de CasoPublication . Faria, Inês; Vicente, LuísA nível nacional, foram encontradas dificuldades na obtenção de informação estatística relativa a pessoas com deficiência visual no ensino superior, uma vez que o Instituto Nacional de Estatística (INE), nos Censos de 2021, utilizou o modelo de recolha e apuramento dos resultados sobre a prevalência de incapacidade, designado “Washington Group Short Set on Functioning” em conformidade com o recomendado pela Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE). Este modelo carateriza as limitações das pessoas através da observação do grau de dificuldade que estas sentem na execução de determinadas atividades, ou seja, considera a funcionalidade e a incapacidade como resultado das ações entre a pessoa e os contextos, excluindo a avaliação baseada em diagnósticos médicos de deficiência. A investigação baseia-se no estudo de caso de um jovem com Baixa Visão (BV) sendo que com este estudo pretende-se identificar quais os produtos de apoio que melhor auxiliam um estudante do ensino superior com baixa visão, bem como a adaptação e desenvolvimento do mesmo aos dispositivos e novo ambiente. Encontra-se ainda numa fase prematura, pelo que não será possível apresentar os resultados deste estudo.
- Pictogramas na literatura inclusivaPublication . Vicente, Luís; Heidrich, Regina; Kellermann, Cláudia; Sousa, CéliaO estudo dos formatos aplicados de pictogramas para literatura infantil tem por objetivo identificar facilitadores da leitura para crianças com défice intelectual e baixa visão. A produção literária em múltiplos formatos para promover a inclusão de crianças com NEE (necessidades educativas especiais) nos leva a investigar os caminhos e resultados do que está sendo feito. Os livros infantis com pictogramas ainda são poucos e com formatos e tamanhos diversificados. Um levantamento da biblioteca infantil inclusiva, disponível no CRID (Centro de Recursos para Inclusão Digital) da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, Portugal, nos permitiu conhecer os dados das medidas de ilustrações dos pictogramas nas obras já produzidas. A partir dos resultados, experimentamos as medidas de estudos com um grupo de crianças atendidas no CRID para perceber a percetividade dos textos com pictogramas e qual o formato, medidas e espaçamento que os torna de mais fácil a compreensão na leitura. Este formato de literatura conhecido como “multiformato”, ou múltiplo formato precisa ser mais explorada por uma forma importante de desenho inclusivo ou universal na literatura infantil.
- Livro de Atas da INCLUDIT - VII Conferência Internacional para a Inclusão - e CTecA - I Conferência de Tecnologias de Apoio e Acessibilidade - 2023Publication . Sousa, Joana; Vicente, Luís; Marques, Nuno fragataA inclusão e o indivíduo são conceitos intimamente relacionados e fundamentais para a construção de uma sociedade justa e equitativa. A inclusão refere-se ao processo de garantir que todas as pessoas, independentemente de suas características individuais, origens, habilidades, ou diferenças, sejam parte integrante na sociedade de forma plena e tenham igualdade de oportunidades e acesso a recursos e serviços essenciais. É no respeito pela diversidade, o combate ao preconceito e à discriminação, e ao em poderamento das pessoas para que possam alcançar seu pleno potencial que vimos a in clusão. Ela visa eliminar as barreiras sociais, culturais e estruturais que impedem a parti cipação plena e efetiva de todos os indivíduos na vida social, económica, política e cultural. A palavra inclusão, surgindo associada a grupos historicamente marginalizados, como pessoas com deficiência, minorias étnicas, imigrantes, refugiados, pessoas LGB TQIA+, entre outros, estende-se a todas as pessoas que enfrentam formas de exclusão ou discriminação. Sendo que, sempre que esta palavra surge, a mesma instiga à existên cia de exclusão. O indivíduo, por sua vez, é a unidade básica da sociedade. Cada pessoa é única, com as suas próprias características, necessidades, desejos, habilidades e potencialidades. Re conhecer e respeitar o valor de cada indivíduo é fundamental para a construção de uma sociedade plena. Quando valorizamos o indivíduo, estamos a reconhecer a sua dignidade e importância, independentemente das suas diferenças. Estas foram as premissas da conferência INCLUDIT VII e da CTecA I realizada no dia 18 de março de 2023 em dois espaços da cidade de Leiria - na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria e no Mercado Santana. A conferência contou com sessões plenárias, paralelas e expositores de equipamentos e produtos de apoio. A inclusão e o indivíduo caminham juntos, sendo a valorização do indivíduo a dire ção do respeito e do acolhimento. Ter uma voz e poder ser ouvido, caminhar para uma sociedade mais justa onde cada um tem a oportunidade de contribuir e participar plena mente, enriquecendo a diversidade e fortalecendo os laços sociais. A conscientização, a educação e a empatia são fundamentais nesse processo, por permitirem compreender as diferentes realidades e necessidades das pessoas. Trabalhar a inclusão será trabalhar a favor da valorização do indivíduo, promovendo uma sociedade mais justa e equitativa, na qual todas as pessoas são respeitadas, acei tas e valorizadas independentemente das suas características. Trabalhar para eliminar a discriminação, o preconceito e a exclusão social, permitindo que cada pessoa tenha igual dade de oportunidades e acessos, respeitando a diversidade, a igualdade de oportunida des, empoderando, criando acessibilidade, sensibilizando, influenciando políticas e ações. Vivemos realidades em que observamos diariamente o direito à igualdade a ser posto à prova. Trabalhemos para um futuro que possa ser mais equitativo. Acreditamos que o potencial humano e científico com o qual os autores nos brinda ram conseguirá trazer esperança, novos horizontes e maior consciencialização e respeito pelo outro. Agradecemos a todos os autores o seu contributo e partilha, sublinhando que os tex tos apresentados são da sua responsabilidade no que concerne ao conteúdo e à acessi bilidade dos mesmos. Partilhar projetos, testes e direções, valorizar cruzamentos, caminhos conjuntos e a disseminação de boas práticas e ações, são formas de criar acessibilidade, criar em aces sibilidade, com todos e para todos. Através da tecnologia e da ação/interação humana.
- O Projeto “Comunicar sem Barreiras em Tempos de Covid-19” em prol da Educação para a SaúdePublication . Sousa, Célia; Castelini, Alessandra Lopes De Oliveira; Vicente, Luís
- A importância da acessibilidade nos espaços de restauraçãoPublication . Vicente, Luís; Barreto, Antónia; Sousa, CéliaEm Portugal não existe uma legislação específica a ser aplicada em espaços de restauração para os tornar acessíveis a todas as pessoas. O Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de agosto aprova o regime da acessibilidade de edifícios e estabelecimentos que recebem público, mas existem várias lacunas relativamente a um espaço tão específico como um restaurante, como as distâncias que devem existir entre mesas para que os funcionários e clientes com e sem mobilidade condicionada possam circular livremente. O presente estudo centra-se na avaliação das acessibilidades de um restaurante. O estudo é de natureza qualitativa e avalia se o restaurante apresenta acessibilidades arquitetónicas, comunicacionais, atitudinais, instrumentais e digitais que permitam a frequência de pessoas com necessidades específicas. Os resultados confirmam a possibilidade deter um espaço físico que permite receber todas as pessoas com a comodidade e a segurança necessárias para realizar uma refeição com dignidade.
