ESECS - Mestrado em Mediação Intercultural e Intervenção Social
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- Projetos de vida labirínticos: Uma opção de vida ou uma vida sem opção?Publication . Matias, Cátia Sofia Pereira; Vieira, Ricardo Manuel das NevesNa sociedade contemporânea ocidental é praticamente impossível que os projetos de vida das crianças, adolescentes e jovens não passem por um investimento na escola vista como um passaporte para a mobilidade social (Peres, 2011). Contudo, por detrás dessa pretensa inclusão social, há efeitos perversos e condicionantes vários que levam ao insucesso e abandono escolares, à exclusão social (Canário, Alves e Rolo, 2001 citado por Vieira A. 2013:77-78). O fenómeno da exclusão social é cada vez mais premente. Importa perceber qual a aceção do conceito de pobreza e como é sentida pelos seus protagonistas, pela sociedade em geral e qual o papel do Estado nesta relação. Surgem constantemente novas formas de pobreza e a exclusão assume diferentes configurações. As dinâmicas sociais em mutação podem ditar a fragilidade social, a assistência ou mesmo a marginalização social (Paugam,2003:47). O objetivo desta investigação, sobre projetos de vidas labiríntico de indivíduos excluídos pela sociedade, por via de adições (álcool e drogas), trabalhos precários, desemprego, mudanças familiares e sociais passa pela autorreflexão, a captação da perspetiva hermenêutica no indivíduo face ao contexto em que vive. Foram utilizadas entrevistas em profundidade e observação direta participante e não participante. Tratando-se de indivíduos cuja história de vida assume contornos bastante complexos, usei uma técnica de aproximação ao photovoice (Wang e Burris, 1997): sugeri aos participantes que captassem através da imagem a sua recordação mais feliz, o que mais gostam nos seus dias e qual o seu maior sonho. Segundo Vieira, “as histórias de vida não são mero passado. São processos históricos na verdadeira aceção da palavra” (Vieira, 2009:16) pelo que compreender a sua perceção do passado, presente e futuro assume relevante importância para a perceção da construção de um projeto de vida. Ambicionámos conseguir aquilo que nas palavras de Machado Pais se traduz como “olhar de frente para o que se olha de lado” (Pais,2001:241). Esta problemática considera a rua como espaço privilegiado de aprendizagem (infância) de encontro (juventude) (Vieira, 2011) pelo que se pretendia perceber como é possível que se se metamorfoseie num espaço de trabalho, como nascem estas profissões da rua, que percursos biográficos estarão na base desta opção de vida e se será mesmo uma vida sem opção. É essencialmente na busca da autorreflexão, do questionamento, onde o mediador poderá intervir (intervenção) enquanto auxiliar na construção de projetos de vida, como se de um advogado social de tratasse, um construtor de pontes entre os excluídos e a sociedade e um valioso auxiliar na concretização de sonhos, enquanto mediador comunitário.
- A Integração da Etnia Cigana na cidade de AlcobaçaPublication . Coelho, Vânia Filipa Oliveira; Marques, José Carlos LaranjoEste trabalho tem como objetivo abordar e compreender melhor a cultura cigana no geral, de modo a perceber em que medida as transformações culturais ocorridas na sociedade portuguesa têm afetado a comunidade cigana em relação à comunidade alcobacense. Será estudada mais em pormenor a comunidade cigana de Alcobaça e a sua integração na comunidade alcobacense. O facto de residirem num bairro que foi construído apenas para a comunidade cigana, também será abordado, de modo a tentar perceber-se até que ponto foi benéfico ou prejudicou a etnia a nível da integração e inclusão na comunidade maioritária. Pretende-se com este estudo perceber se o processo de aculturação existente até agora, terá influência nas famílias de etnia cigana para a inclusão destes na comunidade dominante e dar a conhecer um pouco do que se “esconde” nesta etnia, ainda tão isolada na cidade de Alcobaça, de modo a desconstruir a cultura cigana perante os alcobacenses para que o preconceito por eles sentido se vá dissipando. Deste modo a investigação irá incidir no Bairro Social da Bela Vista em Alcobaça e numa pequena amostra da comunidade em geral, irei utilizar como metodologia os inquéritos por questionário e entrevista.
- Mediação e Intervenção Social à Pessoa Idosa e Cuidador InformalPublication . Neto, Ana Sofia Lopes; Lopes, Sara MónicoO relatório de projeto que aqui se apresenta contextualiza a problemática do envelhecimento humano, nomeadamente o contexto Português, evidenciando o que as estatísticas dizem sobre o assunto. Dirige um olhar mais focalizado para a questão da rede de suporte, dos cuidadores, evidenciando o papel importante que a mediação pode desempenhar ao nível da intervenção em contextos de envelhecimento. A partir de uma caracterização e de um diagnóstico do concelho da Marinha Grande ao nível desta problemática do envelhecimento e das respostas sociais disponíveis para a população idosa, p retendese, com este relatório, conceber um projeto de mediação e intervenção social dirigido a pessoas idosas e cuidadores informais no concelho da Marinha Grande. Este projeto pretende, por um lado, dinamizar um conjunto de ações na área do apoio à pessoa idosa, numa fase prévia à institucionalização, de forma a tentar responder a necessidades e carências dos idosos, por outro lado, a criação de um gabinete de atendimento dirigido aos familiares dos idosos que se encontram em lista de espera para integração em ERPI. Pretende-se intervir a nível da mediação intercultural, nomeadamente, ser mediador dos cuidadores informais na sua relação com a família e sociedade, criar um Plano Individual de Intervenção e planos de formação para os cuidadores informais. O projeto apresentado neste relatório prevê uma atuação a nível de proximidade com os idosos através de equipas visitadoras compostas por um técnico do projeto e dois voluntários. Deste modo pretende-se contribuir para a reorganização familiar, e reforço de um elo de ligação com as respostas sociais existentes no concelho, bem como promover projetos e dinâmicas locais dirigidas às pessoas idosas.
- Pomar de Braços Equipa de Saúde Mental ComunitáriaPublication . Lucas, Ana Paula Monteiro; Marques, José Carlos LaranjoO presente trabalho tem como objetivo determinar a importância da criação de uma equipa comunitária de saúde mental no concelho de Alcobaça, compatível com beneficiários com diferentes níveis de recursos financeiros. Os problemas de saúde mental desempenham um grande impacto na sociedade que se traduzem em custos significativos em termos de sofrimento e incapacidade individual e familiar. Efetuou-se um levantamento de respostas no concelho de Alcobaça para a saúde mental e foram realizadas uma entrevista semiestruturada a uma psicóloga e inquéritos por questionário a técnicos da área da saúde e área social, a exercerem funções há vários anos no concelho de Alcobaça. A investigação permitiu clarificar a existência de problemas no acesso aos cuidados especializados de saúde mental e a concomitante necessidade de uma resposta multidisciplinar e atempada na comunidade. Os resultados permitem concluir que 55% dos pacientes acompanhados pelos técnicos da área da saúde social não estão satisfeitos com as repostas de saúde mental existentes e que 94,1% destes técnicos consideram importante a criação de uma equipa de saúde mental comunitária para intervir junto das pessoas com perturbação mental, como forma de melhorar a sua qualidade de vida, bem como a dos seus familiares. As equipas multidisciplinares têm um impacto positivo na comunidade em termos de ganhos em saúde, evitando sofrimento por parte dos doentes e das suas famílias e reduzindo os internamentos hospitalares. Outro problema identificado está relacionado com a inexistência de resposta, eficaz, abrangente e facilitadora do acesso na comunidade a cuidados de saúde mental especializados. Este projeto visa a criação de uma equipa multidisciplinar, denominada Pomar de Braços, composta por profissionais de várias áreas da Psicologia, Serviço Social, Enfermagem, e Prática Psicomotora que desenvolvem a sua ação em rede com técnicos de outas áreas. Esta equipa terá como principais objetivos, fazer a prevenção e promoção da saúde mental e bem-estar na comunidade e envolver todos os agentes da comunidade nos processos de desenvolvimento da pessoa.
- As famílias de afeto nas casas de acolhimento de crianças /jovens em perigoPublication . Santos, Sónia Alexandra Gomes Silva; Margarido, Cristovão Adelino Fonseca Franco RibeiroO acolhimento residencial para crianças/jovens em situação de perigo, é uma resposta social prevista na lei para acolher crianças e jovens provenientes de famílias disfuncionais. Estas casas de acolhimento devem, por isso, proporcionar condições de bem-estar que permitam o desenvolvimento integral dos acolhidos. De modo a aproximar estas casas de acolhimento à comunidade, têm surgido em Portugal alguns projetos com famílias de afeto, que assentam no ato voluntário de famílias em acolherem crianças/jovens residencializadas durante os fins de semana e férias letivas. Vários autores defendem que estas famílias representam um recurso de elevada importância, uma vez que permite às crianças/jovens beneficiar de um ambiente familiar estruturado e estável fora do contexto residencial. Assim, por se tratar de uma resposta alternativa e cada vez mais aplicada pelas casas de acolhimento em Portugal, este estudo pretende compreender os modos de intervenção nestas casas com as famílias de afeto. Este é um estudo qualitativo, realizado em 4 casas de acolhimento: 1 Centro de Acolhimento Temporário e 3 Lares de Infância e Juventude. Em cada casa foi selecionado um técnico para a realização de entrevistas e aplicado um questionário sociodemográfico com o objetivo de contextualizar a realidade das casas. Os resultados sugerem que o recrutamento e seleção estão cada vez mais aprimorados pelas casas de acolhimento, apresentando mecanismos de divulgação eficazes e discretos, procedimentos de seleção capazes de traçar um perfil familiar e assegurarem a idoneidade dos candidatos, e formas de preparação/sensibilização cuidadas e esclarecidas. O cruzamento e atribuição são quase sempre realizados no sentido de mediar as características e os interesses de ambas as partes. Apesar de só uma casa ter regulamento interno específico para esta resposta, todas demonstram preocupação em regulamentar estes modos de atuação. A metodologia de acompanhamento e avaliação é bastante diversificada e informal. iv Todas as casas reconhecem a importância destas famílias na definição dos projetos de vida das crianças/jovens acompanhadas. Em toda a intervenção são utilizados vários instrumentos e materiais de apoio pelas equipas técnicas, permitindo melhorar a qualidade deste recurso. As conclusões revelam que os modos de intervenção relativamente às famílias de afeto dividem-se em dois grandes eixos: um atribui grande relevância à ligação afetiva e à criação de vínculos entre as crianças/jovens e as famílias de afeto, preparando-as para uma relação de continuidade. O outro eixo intervém no sentido inverso, evitando que as partes envolvidas desenvolvam uma relação próxima, não pretendendo a criação de laços afetivos, pois o projeto de vida destas crianças/jovens não passa por ficarem integradas nestas famílias.
- Comportamentos de Afirmação HomossexualPublication . Santos, Beatriz Fernandes; Vieira, Ana Maria de Sousa NevesEste trabalho visa a compreensão dos comportamentos de afirmação da homossexualidade, nos seis casos inseridos neste estudo. Contempla a exploração de dificuldades, passagens, pensamentos e comportamentos sentidos por todos aqueles que, de alguma forma, se afirmam homossexuais. A presente investigação visa uma compreensão holística e hermenêutica dos comportamentos de afirmação homossexual estudados. Assim, não será possível fazer uma generalização das informações e conclusões obtidas, para todos os homossexuais. Todos os dados e informações foram recolhidos a partir de entrevistas etnobiográficas, observação participante e exploração bibliográfica. Com este trabalho concluí que, mesmo mantendo o segredo em diversos contextos, cada vez menos se sente o tabu do pecado e do medo. A afirmação perante os pais é claramente um momento marcante para todos os envolvidos, onde a mediação intra e interpessoal (Torremorell, 2008, p. 70) é fundamental. Numa primeira instância, é no contexto social entre amigos onde decorre a afirmação. É também onde os casos objeto de estudo se sentem livres e integrados (Frazão 2008, p. 32). Por outro lado, o contexto social, como espaços públicos ou plena rua, tende a incorporar o preconceito o que leva os entrevistados a não se exporem em público. Vários ―eus‖ são criados, vividos e sentidos (Vieira, 2003, p. 86, cit. por Vieira & Vieira, 2016, p. 111) de forma a que todos os seis casos possam verdadeiramente viver aquilo que sentem e são.
- Nas Asas das Palavras: A leitura como agente de mediação com crianças e jovens institucionalizadosPublication . Lopes, Ana Filipa Azinheiro; Vieira, Ana Maria de Sousa NevesOs livros podem abrir portas para mundos maravilhosos de aventuras, magia ou mesmo outros tempos, passados ou futuros, mas são também fantásticas janelas para o nosso interior, ajudando-nos a compreender melhor a natureza humana e ajudando-nos a conhecer e compreender melhor os outros e o mundo que nos rodeia (Soares, 2003). A leitura torna-se veículo de compreensão e transforma-se numa ponte entre nós e os outros, facilitando a comunicação e a convivência. O objetivo deste projeto é o de levar até crianças e jovens institucionalizados livros com potencial mediador, provocadores de reflexão e potenciadores de mudança (Torremorell, 2008), desenvolvendo neles o gosto pela leitura que irá deixando sementes de mudança no seu percurso como leitores. A primeira parte deste relatório diz respeito à fundamentação teórica que dá estrutura ao projeto de leitura “Nas Asas das Palavras”, ao interligar os conceitos de mediação, inteligência emocional e leitura numa relação simbiótica. A segunda parte debruça-se sobre o projeto em si, fazendo um levantamento das características das crianças com as quais se trabalhou e estabelecendo os objetivos que se pretende alcançar. É ainda neste capítulo que se encontra o plano de ação e a implementação do projeto, assim como a avaliação do mesmo. Nas conclusões encontra-se uma reflexão sobre as questões levantadas na avaliação e sugerem-se algumas alterações que se consideram essenciais para uma futura implementação do projeto de forma a conseguir colmatar as falhas e dificuldades encontradas debatidas na avaliação.
- Políticas sociais e sem-abrigo - uma relação (in)mediável ?Publication . Gonçalves, Helena Filipa Mendes; Margarido, Cristovão Adelino Fonseca Franco RibeiroEm Portugal, comparativamente a outros países da Europa, a problemática dos sem-abrigo foi tardiamente abordada, quer do ponto de vista teórico, quer do ponto de vista das políticas e respostas sociais. Com efeito, o estado da arte em Portugal sobre esta população permanece escasso. Contudo existem estudos sobre a identificação das características desta população e dados estatísticos. Também não existem em Portugal políticas sociais destinadas especificamente à condição de sem-abrigo. Porém, estes podem auferir de outros apoios que se destinam a uma grande variedade de situações e grupos alvo de intervenção. Com efeito, o que tem sido realizado em termos de políticas e respostas sociais para esta população não colmata as suas necessidades e não garante o seu processo de inclusão na sociedade. Face a esta realidade justifica-se a realização de um estudo aprofundado baseado nas próprias opiniões dos sem-abrigo acerca dos apoios sociais destinados para a sua condição. O principal objetivo deste estudo foi compreender se os sem-abrigo conhecem as políticas sociais e de que forma usufruem ou usufruíram das mesmas. O presente estudo é qualitativo e contou com a participação de 4 individuos do sexo masculino que estão ou estiveram em situação de sem-abrigo. Os resultados indicam que os sujeitos em estudo têm conhecimento das políticas sociais disponíveis para a condição de sem-abrigo e que, inclusive já usufruíram do RSI e do Sistema Nacional de Saúde. No entanto, os mesmos assumem que se não fosse pelo facto de terem tido ajuda de técnicos de intervenção social e de familiares para os esclarecerem e ajudarem em todo o processo de iv pedido do apoio, não teriam conseguido auferir do mesmo. Estes técnicos e familiares, acabam por assumir o papel de mediadores interculturais na medida em que estabelecem uma ligação entre os sem-abrigo e as políticas sociais que lhes estão destinadas. Todos os sujeitos concordam com as respostas sociais disponíveis para a condição de sem-abrigo e inclusivamente demonstram gratidão para com a comunidade terapêutica onde residem.
- Estimulação Cognitiva, Motora e Sensorial com Idosos no DomicílioPublication . Amaral, Nádia Marisa Santos França; Vieira, Ricardo Manuel das NevesO presente projeto tem por objetivo ser alvo de avaliação para a obtenção do grau de mestre e, como fim, pretende demonstrar atividades que promovam a prevenção, aquisição e manutenção de competências básicas que facilitem o quotidiano dos idosos, neste caso em concreto, em idosos inseridos na valência de apoio domiciliário. Através das mudanças graduais na sociedade e da evolução da medicina, o número de idosos em Portugal aumentou significativamente, paradoxalmente, a sociedade começou a olhar a temática do envelhecimento com “outros olhos”. Agindo, portanto, na nova necessidade social, e, estimando-se que o idoso viva mais a sua reforma, urge uma necessidade incessante de manter o idoso ativo, proporcionando-lhe um envelhecimento bem-sucedido. O presente projeto tem como objetivo desenvolver atividades que permitam capacitar o idoso para que este viva mais autonomamente a sua vida. Assim sendo, pretende-se uma auto capacitação através da estimulação cognitiva, motora e sensorial, para que todos os níveis sejam reforçados. A ideia deste projeto nasceu da necessidade sentida no terreno, através da observação participante, que permitiu a descoberta de uma lacuna no apoio domiciliário, onde todo o exterior do idoso era tratado mas, a transformação de dentro para fora não era realizada. Urgia, portanto, uma mediação que permitisse ao idoso se capacitar para a sua própria vida. Os resultados alcançados ao longo do projeto provam de forma substancial e satisfatória a importância da estimulação cognitiva, motora e sensorial como ponte de rejuvenescimento. Concluindo, este projeto, trás ao idoso a oportunidade de se sentir capaz e que contará com uma mediadora/interventora social que se deslocará a casa dos idosos para os estimular para a vida. l
- O sucesso no percurso escolar da etnia ciganaPublication . Marques, Rita Alexandra Jesus; Marques, José Carlos LaranjoUma das áreas onde o confronto entre culturas e valores minoritários e maioritários são mais evidentes, é a escola, particularmente porque ela se sobrepõe a uma missão socializadora que não é, de modo nenhum, neutra nem sequer flexível. Sabemos que a taxa de escolarização ainda é muito reduzida, na cultura cigana. A educação é portanto uma área fundamental para a inclusão destes na sociedade, dita dominante. A escola pode e deve assumir-se como um importante interface cultural entre as distintas comunidades, assumir-se como espaço de pertença das crianças ciganas e das suas famílias, respeitando e alargando as suas expectativas, como fator de sucesso. Com o presente trabalho, pretende-se conhecer os percursos escolares dos indivíduos de etnia cigana onde existe sucesso no percurso escolar (escolaridade superior ao 9º ano) e perceber se existem ou não, fatores preponderantes que levem ao sucesso escolar. Será realizado um estudo de caso a quatro indivíduos de etnia cigana com o intuito de aprofundar, compreender e analisar o percurso escolar dos entrevistados bem como, o seu percurso de vida e o dos seus pais. Para podermos aprofundar este tema sobre estes indivíduos iremos recorrer à entrevista semi-estruturada como metodologia a aplicar.
