ESECS - Mestrado em Educação Especial - Domínio Cognitivo-Motor
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Percorrer ESECS - Mestrado em Educação Especial - Domínio Cognitivo-Motor por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "04:Educação de Qualidade"
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- A brincar aprendemos a incluir: o papel dos Jogos motores na promoção da inclusão no pré- EscolarPublication . Oliveira, Cristiana Gameiro; Antunes, Raúl de Sousa NogueiraO presente projeto aborda a inclusão de crianças em idade préescolar, com foco na implementação de um programa de intervenção baseado em jogos motores. O objetivo foi avaliar o impacto dessa intervenção (inclusão inversa) na competência motora, nas atitudes de inclusão e na perceção de competências de crianças com deficiência no contexto da educação pré-escolar. Foi desenvolvido um programa de 8 sessões (45 minutos), ao longo de 4 semanas, com a participação de 18 crianças (5 anos), pertencentes a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) no concelho da Figueira da Foz. As crianças participaram em jogos adaptados que simulavam limitações sensoriais e motoras, promovendo assim a inclusão inversa. O projeto também utilizou quadras temáticas sobre diferentes deficiências, facilitando a compreensão das crianças sobre essas condições. Para avaliar atitudes de inclusão e perceção de competências, foi aplicado um questionário (em processo de validação), previamente utilizado para esta faixa etária (Sales et al., 2024). A competência motora foi avaliada através da bateria de testes Motor Competence Assessment MCA (Rodrigues et al., 2022). A satisfação com as atividades foi igualmente avaliada. Cada criança recebia um cartão branco para colocar numa caixa representando final do programa, o questionário inicial foi reaplicado, permitindo comparação entre os dois momentos. Os resultados revelaram melhorias significativas na perceção de competências e na competência motora, sobretudo nos testes de transferência de plataformas, saltos laterais, salto horizontal a pés juntos e shuttle run. Verificou-se também uma elevada taxa de O estudo evidencia que intervenções com jogos motores adaptados favorecem aprendizagens importantes sobre inclusão e promovem o desenvolvimento da competência motora. O jardim de infância tem um papel essencial na promoção de valores inclusivos desde cedo. Conclui-se que trabalhar o tema da inclusão de forma precoce e contínua contribui para a formação de crianças mais empáticas, conscientes e preparadas para viver em sociedade.
- A MATEMÁTICA E OS JOGOS TRADICIONAIS PORTUGUESES E BRASILEIROS: Uma proposta de intervenção inclusiva no 1.º CEBPublication . Barbosa, Márcio Soares; Oliveira, Ana Margarida Fernandes de; Antunes, Raúl de Sousa NogueiraEste relatório de Mestrado em Educação Especial visou a apresentação de uma proposta de intervenção como ferramenta pedagógica que integra conceitos matemáticos em jogos tradicionais portugueses e brasileiros. O objetivo central deste trabalho visou estudar a adaptação desses jogos para aumentar o interesse das crianças nas aprendizagens matemáticas, trabalhando, em conjunto, elementos que possam garantir a acessibilidade de todos, independentemente de suas particularidades. Após a revisão de literatura sobre o tema, foram identificados jogos e possíveis adaptações aos mesmos, de forma a poderem trabalhar os conteúdos pretendidos e identificados. Foi levada a cabo uma Sessão Piloto com uma turma do 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico, com 21 alunos entre 8 e 9 anos de idade (13 meninos e 8 meninas, sendo 4 alunos com necessidades educativas específicas). A sessão piloto correu de forma muito positiva, destacando-se por validar a proposta como ferramenta pedagógica e inclusiva, adequada para agregar os jogos tradicionais ao ambiente escolar de maneira dinâmica e envolvente. Além disso, procurou-se testar a sua viabilidade e adequação para os alunos, analisando o nível de satisfação da turma com as atividades. Assim, este trabalho buscou demonstrar que a matemática pode ser ensinada de forma atrativa e acessível, desconstruindo paradigmas tradicionais de ensino, compreendendo que este pode ser algo atrativo e interessante tanto para alunos quanto para professores.
- As tecnologias digitais como ferramenta pedagógica diferenciada nas aulas de Geografia: uma proposta de planificação para alunos com PHDAPublication . Simões, Rute Sofia Alves; Oliveira, Ana Margarida Fernandes deEste projeto de investigação procura promover a inclusão dos alunos com diagnóstico de Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) no contexto educativo, recorrendo, para isso, à utilização das tecnologias digitais no ensino da Geografia. Reconhecendo que a PHDA interfere de forma significativa com a atenção, com o envolvimento e com a autorregulação dos alunos com este diagnóstico, este estudo procurou analisar as perceções e as práticas dos professores relativamente às tecnologias digitais, enquanto recurso facilitador da aprendizagem e da inclusão destes alunos. Para atingir o objetivo, foi aplicado um questionário a docentes de Geografia, com o intuito de identificar os principais desafios enfrentados em sala de aula associados à PHDA, as estratégias pedagógicas utilizadas e o grau de integração das tecnologias digitais na prática docente. A análise descritiva dos dados revelou que os docentes reconhecem a hiperatividade e a desatenção como desafios frequentes e consideram que as tecnologias digitais, para além de possibilitarem o acesso aos conteúdos, promovem a motivação e o envolvimento dos alunos. No entanto, entre a perceção positiva do contributo das tecnologias e a sua utilização prática, registou-se uma discrepância, uma vez que estas são utilizadas maioritariamente em abordagens expositivas e para a avaliação formativa. A partir dos resultados obtidos, apresenta-se uma proposta de planificação pedagógica da subunidade “Riscos e catástrofes naturais” do currículo de Geografia do 9.º ano de escolaridade, fundamentada nos princípios da diferenciação pedagógica e do Desenho Universal para a Aprendizagem. Esta proposta articula intencionalmente metodologias ativas, trabalho colaborativo, tecnologias digitais e avaliação contínua, com o objetivo de promover práticas mais inclusivas e favorecer a melhoria das aprendizagens dos alunos com PHDA.
- Atitudes dos Professores de Educação Física face à Inclusão de alunos com deficiência motora nas suas aulasPublication . Marques, Milene Filipa dos Reis; Antunes, Raúl de Sousa NogueiraIncluir alunos com deficiência na Educação Física ainda é um dos principais desafios da escola pública atual, em que o princípio da equidade frequentemente entra em conflito com limitações e preconceitos enraizados. Este estudo teve como objetivo compreender e caracterizaras as atitudes dos professores de Educação Física (dimensões cognitiva, afetiva e comportamental), em relação à inclusão de alunos com deficiência motora, numa amostra de professores de Educação Física que exercem a sua atividade profissional há pelo menos 1 ano, em Portugal. Adicionalmente foram igualmente realizadas comparações entre grupos, nomeadamente entre homens e mulheres bem como entre os que tinham até 10 anos de experiência e os que tinham mais de 10 anos de experiência profissional, relativamente às três dimensões das atitudes de inclusão dos professores. Foi aplicada a Escala de Atitudes Multidimensionais em relação à Educação Inclusiva, traduzido e validado para português por Silva , 2019 a uma amostra de 57 professores de Educação Física a lecionar em diferentes níveis de ensino, em escolas públicas portuguesas. Destes, 31 são do sexo feminino e 26 do sexo masculino, com idades entre os 26 e os 57 anos. A análise estatística envolveu procedimentos descritivos e inferenciais, permitindo identificar tendências e diferenças significativas entre grupos. Os resultados indicam, de forma geral, uma atitude positiva face à inclusão, especialmente ao nível cognitivo. Verificou-se ainda que não houve diferenças entre homens e mulheres em nenhuma das dimensões analisadas. Já no que se refere á comparação em função dos anos de experiência, verificou-se que, na dimensão cognitiva há diferenças estatisticamente significativas, com os professores mais experientes a terem valores superiores.
- Brincar como estratégia de desenvolvimento e inclusão de crianças com perturbação do espetro de autismo em angola Perceção de educadores, terapeutas e paisPublication . Vilar, Maria de Fátima Rua Ribeiro; Matos, Rui Manuel Neto eO brincar constitui uma atividade fundamental no desenvolvimento infantil, desempenhando um papel determinante na promoção das competências cognitivas, motoras, emocionais e sociais da criança. No caso das crianças com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA), o brincar assume uma relevância acrescida, podendo constituir uma estratégia privilegiada de intervenção e inclusão. O presente estudo teve como objetivo compreender e analisar as perceções de educadores, terapeutas e pais relativamente à utilização do brincar como ferramenta de desenvolvimento e inclusão de crianças com PEA, em contextos educativos e terapêuticos, em Luanda, Angola. Metodologicamente, o estudo empírico adotou uma abordagem de natureza qualitativa, recorrendo à aplicação de um questionário dirigido a profissionais e pais que trabalham ou contactam com crianças com PEA. Os dados recolhidos foram analisados de forma descritiva e interpretativa, permitindo identificar práticas, perceções e desafios associados à utilização do brincar no desenvolvimento destas crianças. Os resultados evidenciam que o brincar é amplamente reconhecido como uma ferramenta essencial para promover a comunicação, a interação social e a aprendizagem de crianças com PEA. Contudo, os participantes destacam também desafios significativos, nomeadamente a escassez de formação especializada, a falta de recursos e a necessidade de maior sensibilização social para o autismo. Conclui-se que a valorização do brincar, associada à capacitação de profissionais e famílias e ao reforço de políticas inclusivas, poderá contribuir significativamente para o desenvolvimento e inclusão de crianças com PEA em Luanda, Angola.
- (DES)CONSTRUIR COM MATERIAIS NÃO ESTRUTURADOS: DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS E MOTORAS NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLARPublication . Ferreira, Joana Margarida da Conceição; Oliveira, Ana Margarida Fernandes de; Antunes, Raúl de Sousa NogueiraO educador tem um papel fundamental na escuta atenta dos interesses, motivações e curiosidades de cada criança do grupo. No quotidiano do contexto educativo, a observação diária do envolvimento das crianças na exploração de materiais não estruturados, despertou em mim o interesse pelo possível potencial educativo desses materiais. Deste modo, o presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto da aplicação de um programa de intervenção para o desenvolvimento da visualização espacial e da motricidade fina, através da exploração de materiais não estruturados, em crianças da educação pré-escolar. Participaram no estudo um grupo experimental constituído por 19 crianças (de ambos os sexos), com média de idade de 4,37 anos e um grupo de controlo com 17 crianças (de ambos os sexos), com média de idade de 4 anos. Para o efeito, foi planeado e implementado um programa de intervenção, aplicado apenas ao grupo experimental, composto por dez sessões, uma vez por semana e com duração entre 30 e 45 minutos, as quais foram estruturadas segundo os princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem. Deste modo, todas as sessões iniciavam com o conto de uma história que servia de indutor para a proposta a realizar em seguida. Estas tinham como base a exploração de materiais não estruturados (madeiras, plásticos/acrílicos, cartão e metal) e como objetivo potenciar o desenvolvimento de competências de visualização espacial e de motricidade fina. A satisfação das crianças foi avaliada, individualmente, no final de cada sessão de intervenção. Ambos os grupos foram avaliados no momento pré-intervenção e no momento pós-intervenção, através do Teste de Desenvolvimento da Perceção Visual (Frostig, 1988) e do teste de destreza manual do MABC-2 (Matias et al., 2011). De um modo geral, verificaram-se melhorias significativas no grupo experimental em quatro dos cinco subtestes da perceção visual e em dois dos testes de destreza manual, contrastando com a estabilidade dos resultados do grupo de controlo. Observou-se ainda um elevado grau de satisfação das crianças ao longo de todas as sessões, evidenciando envolvimento, motivação e valorização das atividades propostas. Este projeto leva-nos, assim, a refletir sobre o papel dos materiais não estruturados nas idades precoces, podendo representar um recurso pedagógico que potencia aprendizagens significativas e inclusivas, favorecendo o desenvolvimento de competências essenciais na infância e, deste modo, contribuindo simultaneamente para práticas pedagógicas mais inclusivas.
- GUIA ACESSÍVEL PARA A COMUNICAÇÃO DE JOVENS EM CONTEXTO PRISIONALPublication . Pimenta, Rute Patrícia FerreiraA comunicação permite-nos adquirir competências pessoais, sociais e educativas, ter liberdade de escolha e poder participar. No meio prisional os dados estatísticos apontam para uma grande percentagem de jovens com pouca literacia. O estudo “Guia Acessível para a comunicação de jovens em contexto prisional” surge com o desafio em aumentar os níveis de literacia dos reclusos, mas também com a necessidade de superar barreiras linguísticas ao poder mostrar a importância da transparência na comunicação de informações. A investigação permite avaliar a perceção de vinte reclusos e de treze trabalhadores de diferentes áreas de intervenção prisional sobre a utilização da Comunicação Aumentativa na adaptação de um documento interno de um Estabelecimento Prisional destinado a jovens. Este estudo é um contributo importante para a comunicação acessível e inclusiva em geral, mas também para o contexto prisional, já que a comunicação é essencial para o desenvolvimento humano, mas também para o desenvolvimento de qualquer organismo ou organização. Com o objetivo de assegurarmos a continuidade na aprendizagem de Comunicação Aumentativa com qualidade e acessível a todas as pessoas, disponibilizamos à Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais o Guia Acessível do Recluso com toda a biblioteca de símbolos criados e validados pelo Centro de Recursos Para a Inclusão Digital. De igual modo, disponibilizamos esta investigação à Direção-Geral de Reeducação e Serviços Prisionais para integrar o espólio da sua biblioteca.
- JOGOS MOTORES COMO FERRAMENTA INCLUSIVA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS PARA CRIANÇAS DO PRÉ- ESCOLARPublication . Barbosa, Elaine Rodrigues Machado; Oliveira, Ana Margarida Fernandes de; Antunes, Raúl de Sousa NogueiraO presente estudo busca propor a utilização de jogos motores como ferramenta pedagógica para contribuir para o desenvolvimento de competências matemáticas, de forma inclusiva, em crianças do préescolar. Para tanto, foi elaborada uma proposta de aula, com base em jogos motores, que abordem conteúdos matemáticos de contagem, sequência numérica, seriação e correspondência uma a um. A sessão piloto foi realizada num grupo do pré-escolar com 21 crianças, com idades entre 4 e 6 anos. A sessão piloto ocorreu positivamente entre as crianças, que participaram ativamente nas atividades, conseguindo executar todas as tarefas propostas, demonstrando entusiasmo. A pesquisa bibliográfica e a aplicação da sessão piloto, com uma abordagem exploratória e qualitativa, parecem indicar que os jogos motores podem ser importantes aliados no desenvolvimento de competências matemáticas. No entanto, em estudos futuros, o contributo destes jogos para a aprendizagem da matemática deve ser investigado de forma mais consistente.
- O livro adaptado como recurso facilitador na Aprendizagem das pessoas com deficiência Intelectual e no espetro do autismoPublication . Cunha, Carliane Barros da; Sousa, Célia Maria Adão de Oliveira Aguiar deEste estudo destaca a importância da adaptação curricular como estratégia fundamental para assegurar a equidade no acesso à aprendizagem em contextos de educação inclusiva. No âmbito do projeto, procedeu-se à adaptação da lenda tradicional amazônica da Cobra Honorato para um formato acessível, com recurso a pictogramas e a princípios de comunicação visual, com o objetivo de facilitar a compreensão textual e narrativa. A proposta visa promover a participação e a inclusão de alunos com Deficiência Intelectual e no Espetro do Autismo, através de materiais pedagógicos adaptados. A investigação, de natureza qualitativa, fundamenta-se na análise documental e na revisão bibliográfica, abordando o enquadramento legal da educação inclusiva, os fundamentos da Comunicação Aumentativa e Alternativa e o contributo das Tecnologias de Apoio para a aprendizagem. Os resultados evidenciam que a adaptação de narrativas tradicionais em livros com suporte pictográfico favorece a compreensão de conteúdos, apoia o desenvolvimento da linguagem e a apreensão de conceitos abstratos. Adicionalmente, valoriza a identidade cultural regional e configura-se como uma estratégia pedagógica consistente para a redução de barreiras atitudinais, comunicacionais e pedagógicas no contexto escolar.
- O potencial das atividades artísticas no Desenvolvimento da autodeterminação e Autonomia com jovens com necessidades Educativas específicasPublication . Luís, Alice Anastácio; Proença, Ana Paula Coelho Pina; Rodrigues, Filipa Alexandra dos Reis MachadoO presente estudo pretendeu conhecer o potencial das artes no desenvolvimento da autodeterminação e da autonomia em adolescentes com necessidades educativas específicas. A investigação foi feita no contexto de sala de aula numa Instituição da região Centro, na zona Oeste de Portugal, na qual foi possível organizar um grupo de 4 alunos jovens entre os 13 e os 19 anos, frequentando o mesmo ano de escolaridade, que demonstravam pouca autonomia e poucas experiências em educação artística . Desta forma, delineou-se uma intervenção e a sua implementação, articulando propostas nas diferentes linguagens: plástica, musical e dramática . Recorreu-se a uma metodologia de carácter qualitativo de investigação-ação com recurso a estudo de caso, com o objetivo de verificar os processos de envolvimento e o nível da autonomia dos jovens bem como verificar as mudanças geradas pela intervenção. Este estudo de carácter exploratório procurou utilizar uma diversidade de estratégias por forma a motivar os alunos, promover a sua participação e envolvimento nas propostas, a fim de proporcionar aprendizagens significativas. As técnicas de registo e de recolha de dados como etapa fundamental da construção da investigação foram a observação participante e o diário de bordo da investigadora, as sessões implementadas, a análise documental, as respostas dos alunos e as entrevistas aplicadas à professora titular e à professora do ensino especial. Os resultados demonstram que os jovens procuraram soluções criativas para as questões que surgiram em grupo, alteraram o seu percurso escolar com a envolvência nas atividades artísticas e demonstraram capacidade de tomar decisões individualmente e em grupo . O interesse deste estudo situa-se ao nível da promoção da educação artística na sala de aula com jovens adolescentes com NEE, e da consolidação do potencial das áreas artísticas como contributo para a sua a u tonomi a e autodeterminação.
