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Cardoso, Carla M

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  • Exposição do ano da ESAD.CR 2023 - Vir a Lume
    Publication . Cardoso, Carla M; dos Santos, João; Afonso, Lígia; Macedo, Miguel
    Dar luz ao oculto, trazer à luz o que antes estava obscurecido na oficina, no ateliê. Tornar público, expor, mostrar, dar a ver o mundo ao mundo. Chama acesa, prova de fogo, coragem no revelar à luz do público, que tanto ilumina quanto queima... Ritual de passagem neste tempo suspenso, de transição, de fecho de um ciclo e início de outro, com a apresentação de projetos e obras dos estudantes finalistas de todos os cursos e disciplinas da ESAD.CR. Abram-se as portas da escola onde se formaram, criaram, experienciaram e partilham desafios, participando de um coletivo fluído onde a singularidade é soberana e a celebração acontece sob o signo da arquitetura e da natureza envolventes. Ardor, fogueira, clarão, brilho: festa! 2º Ano PPC 2022/2023
  • Profs - Autores contemporâneos nos 30 anos da ESAD.CR
    Publication . Cardoso, Carla; Galrito, Fernando; Afonso, Lígia
    Na preparação do ano 2020, foi assumido pela ESAD.CR o compromisso para a realização de uma exposição relevante no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha. Pudemos fazê-lo por que temos 30 anos e, como tal, ainda temos alguma agilidade. Mas não só, uma Escola como a nossa deve abrir-se à comunidade, e tentamos fazê-lo de diversas formas, envolvendo-nos com o município – como agora – com agrupamentos de escolas, museus, associações, parques e edifícios a precisar de ocupação: com exposições, concertos, palestras, workshops e outras formas de contribuir para o desenvolvimento social da cidade e da região. O caráter da Escola está associado ao local onde existe, que se transforma com a Escola, atraindo mais e melhores estudantes. Para que esta transformação seja sustentável, precisamos de uma cidade capaz de receber estudantes e de fixar os diplomados: agentes culturais, artistas, designers, atores, técnicos de áreas criativas mais ou menos digitais.
  • Abaladiça - Exposição do Ano - ESAD.CR - Exhibition of the year 2024
    Publication . Macedo, Miguel; Cardoso, Carla M; Afonso, Lígia; Santos, João
    Partindo do regionalismo alentejano, “abaladiça” era a última bebida que se tomava antes de sair de um bar ou de um a festa. Uma para o caminho, consumida na despedida, marca um momento especial: a derradeira ronda de um percurso, seja este um regresso a casa ou o início de uma nova jornada. ABALADIÇA, a exposição dos finalistas da ESAD.CR em 2024, foi uma imersão na longa partilha realizada entre estudantes dos diferentes cursos da escola, nas suas experiências e expectativas individuais e coletivas, onde o último gole doi metáfora de conexão, impermanência e transição. De 8 a 12 de maio de 2024, convidámos os visitantes a testemunharem o ato final destes alunos, atravessando corredores, átrios, salas de aula, ateliers, questionando as obras e os processos, desconstruindo padrões e propondo novas questões ao mundo contemporâneo. Cada obra, cada objeto, abriu perspetivas para uma narrativa, para uma expressão única e singular que convidou os visitantes à reflexão.
  • Exposição do ano da ESAD.CR 2025 – Não Faço *
    Publication . Ribeiro, Luís Miguel Macedo; Cardoso, Carla M; Afonso, Lígia Filipa Dias
    “Não Faço *” é o título da exposição de finalistas de uma geração que se apresenta sem medo de afirmar o que não é. Num tempo em que tudo exige definições rápidas, posicionamentos visíveis e discursos sólidos, optamos pela abertura, pela dúvida e pela provocação. O espaço vazio do título não é um erro: é um espaço em branco para ser preenchido. Uma frase aberta, que se adapta e se transforma conforme a voz que a usa. É uma estrutura mutável que convida à afirmação ou à recusa: “Não faço puto.” “Não faço parte.” “Não faço ideia.” “Não faço guerras.” “Não faço um caralho.” Cada possibilidade é válida e faz parte da constelação de discursos que esta exposição acolhe, seja crítica, brincadeira, manifesto, resistência ou constatação honesta. Enquanto Escola de Artes e Design, enfrentamos frequentemente estereótipos que nos associam à ideia de quem nada faz. Respondemos com ironia, liberdade e criatividade. O asterisco no título “Não Faço *” é um espaço aberto à interpretação e à identidade individual. Cada um preenche com aquilo que o define ou com aquilo que recusa ser. Mais do que um jogo linguístico, “Não Faço *” reflete a essência do processo artístico e académico: trabalhar sem certezas, errar, experimentar, construir significados durante o percurso. Aqui, o estar perdido é oportunidade. Desenvolvemos pensamento crítico e capacidades que transcendem respostas definitivas. Cada trabalho é uma declaração de intenção, um posicionamento social ou existencial, uma tomada de consciência sobre o papel do criador na sociedade: sobre aquilo que se escolhe questionar, rejeitar ou transformar. O “não” é, também, palavra afirmativa. É resistência. É largar o que já nada nos diz. Fazemos o que sentimos, não porque devemos. Fazemos muito, queremos mudanças — mas o que é que não fazemos? O que não nos representa? De 4 a 7 de junho, este espaço reúne encontros. Pessoas e ideias enchem as salas, para ver o que se faz e o que foi feito. O trabalho exposto simboliza o último marco destes alunes cujo ciclo se encerra. Celebra-se o percurso académico, combatendo a pressão dos resultados imediatos com a emancipação do intangível e o ato de nos ouvirmos uns aos outros. No fim — que é sempre um novo início — há que fazer escolhas e impor limites. Olhamos adiante com mais perguntas do que certezas, mas aprendemos, pelo caminho, não só aquilo que queremos afirmar, mas também o que não nos interessa no mundo ao qual agora pomos as mãos. “Não Faço *” é, afinal, o espaço onde cada um pode ser. Ou não ser. E isso, por si só, já é fazer muito. Turma do 2º ano Licenciatura em Programação e Produção Cultural 2023/2024
  • ANTES DO CONSELHO, UM CONSELHO, TÓZÉ AMIGO
    Publication . Cardoso, Carla M
    Este documento foi escrito no âmbito da tese de doutoramento em Arte Contemporânea em curso no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, intitulada "Quem fala em nome de quem? Direito ao imaginário, retórica e representação na gestão cultural das instituições portuguesas", orientada pelo Professor Doutor Pedro Pousada.