ESECS - Revista de Investigação, Práticas e Contextos em Educação (RIPCE), Nº 1
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- Revista de Investigação, Práticas e Contextos em EducaçãoPublication . Pinto, Hélia; Dias, Maria Isabel Pinto Simões; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEO pensamento crítico e o pensamento criativo (PCC) têm sido amplamente reconhecidos como integrando áreas de competências essenciais na formação de cidadãos capazes de lidar com a imprevisibilidade e e de enfrentar desafios cada vez mais complexos. Nos diversos contextos educacionais, o desenvolvimento do PCC emerge, pois, como central no processo de formação de crianças e jovens, de modo a serem capazes de avaliar a credibilidade da informação, deproduzir ideias, reagir a decisões tomadas por outros, contribuir para a resoluçãode problemas, tomar decisões informadas sobre assuntos que afetam assuas vidas e a dos outros e de poderem atuar de forma reflexiva e fundamentada em todas as áreas da vida.
- EditorialPublication . Vieira, Rui Marques; Vieira, Celina Tenreiro; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEO pensamento crítico e o pensamento criativo (PCC) têm sido amplamentereconhecidos como integrando áreas de competências essenciais na formaçãode cidadãos capazes de lidar com a imprevisibilidade e e de enfrentar desa!oscada vez mais complexos. Nos diversos contextos educacionais, o desenvolvimento do PCC emerge, pois, como central no processo de formação de crianças e jovens, de modo a serem capazes de avaliar a credibilidade da informação, de produzir ideias, reagir a decisões tomadas por outros, contribuir para a resolução de problemas, tomar decisões informadas sobre assuntos que afetam as suas vidas e a dos outros e de poderem atuar de forma re"exiva e fundamentada em todas as áreas da vida.
- Validação de uma proposta didática com orientação CTS, promotora do Pensamento Crítico, em contexto de Aprendizagem Cooperativa: procedimentos metodológicos e contributos para a melhoria do “Projeto Litomóvel 2.0Publication . Moreira, Luís Filipe Torres; Lopes, Betina da Silva; Vieira, Rui Marques; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEÉ do conhecimento geral que a esperança média de vida tem vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos e, com este índice, tem vindo a crescer a preocupação com a intervenção clínica e social feita, até agora, com a população mais envelhecida. Os técnicos que trabalham nestes contextos assumem hoje um papel de destaque, em prol da promoção de uma postura de vida ativa, participativa e de melhor aceitação da própria condição etária. Mas se o animador é indispensável e dinamizador das mais diversas vertentes nesta intervenção, onde cabe, então, a psicologia? O presente trabalho nasceu de uma necessidade pessoal de re$exão sobre o trabalho que a psicologia pode assumir neste mesmo contexto. Inicia-se com uma breve re$exão sobre conceitos associados ao envelhecimento e à intervenção na idade avançada. Por sua vez, terá especial enfoque o papel da animação sociocultural em parceria com o da psicologia. Seguidamente, é apresentado um exemplo prático desta conjunção e seus resultados, descrevendo-se o tipo de abordagem desenvolvida numa Associação em particular. Por #m, procura remeter para a consideração dos aspetos associados a este tipo de trabalho, suas necessidades e emergências.
- Promover a criatividade de alunos do 2.º CEB em contexto educativo formal e não-formalPublication . Santos, Gonçalo Correia; Vieira, Celina Tenreiro; Vieira, Rui Marques; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCENum mundo exponencialmente tecnológico, desenvolver competências que não podem ser automatizadas, como a criatividade, é uma necessidade cada vez mais urgente. A educação tem, pois de a contemplar de forma intencional e explícita nos seus vários contextos. Para tal, implementaram-se onze sessões, em contexto formal e não-formal, nas quais se inclui a implementação de testes da criatividade. Na recolha de dados recorreu-se, às produções escritas dos participantes, incluindo nos referidos testes, através da análise de conteúdo. Os resultados revelam níveis de desempenho superiores face ao levantamento inicial dos participantes, concluindo-se que as estratégias adotadas e as atividades concebidas e im-plementadas promoveram o desenvolvimento de capacidades criativas dos mesmos
- Pensamento crítico e raciocínio matemático: um estudo CorrelacionalPublication . Almeida, Ana; Vieira, Celina Tenreiro; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEO presente trabalho propôs-se averiguar a existência de correlação entre o nível de Raciocínio Matemático e o nível de Pensamento Crítico de alunos do ensino básico. Pretendeu também verificar se o nível de Raciocínio Matemático está correlacionado com o aspeto de Pensamento Crítico: (i) indução; (ii) credibilidade; (iii) observação; (iv) dedução e (v) assunções. A investigação assentou numa abordagem de natureza quantitativa, operacionalizada por um estudo do tipo correlacional, sendo a amostra do estudo constituída por " alunos. Para medir o nível e os aspetos de Pensamento e o nível de Raciocínio Matemático, usou-se, respetivamente, o Teste de Pensamento Crítico de Cornell (Nível X) e um Teste de Raciocínio Matemático desenvolvido para o efeito no âmbito do presente estudo. Os resultados obtidos sugerem que existe uma correlação positiva, estatisticamente significativa, entre o nível de Raciocínio Matemático e (i) nível de Pensamento Crítico e o (ii) aspeto da dedução.
- Para que serve o pensamento crítico na era da inteligência artificial?Publication . Bernardo, Isabel; Vieira, Rui Marques; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEO desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial está a levantar desafiossocietais e antropológicos, pelo impacto que tem nas decisões e escolhas dos agentes. A capacidade de pensar criticamente é um ideal normativo que poderesponder ao repto humano de transformar ainformação em conhecimento e ser capaz de o usar de modo útil para a ação. Por isso, pode ser um meio essencial para que cidadãos bem informados e capacitados possam exercer, por exemplo, uma vigilância sobre o possível efeito da inteligência artificial na perda de direitos considerados fundamentais em contexto democrático. Porém, o pensar crítico, que não é uma competência natural, exige uma formação intencional e explícita, integrada no currículo. Congurando um estudo de caso exploratório, neste artigo apresentam-se duas sequências de ensino e aprendizagem implementadas com alunos do ensino secundário português na disciplina de Filosofia. Através do desenho intencional de atividades de aprendizagem que integram competências filosóficas de problematização, concetualização e argumentação com capacidades e disposições de pensamento crítico, segundo a taxionomia de Robert Ennis, investiga-se a possibilidade de os alunos aprenderem sobre e com inteligência artificial. Na conclusão são elencadas propostas curriculares e pedagógicas para investigações futuras, sobre a integração de um ensino com e sobre IA num contexto mais alargado da literacia mediática com integração de pensamento crítico.
- Pensamento crítico na educação em enfermagem: estratégias e perspetivasPublication . Vieira, Rui Marques; Pinto, Cristina Barroso; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEO pensamento crítico é reconhecido como uma competência essencial para aresolução de problemas e a tomada de decisões no contexto da prática profissional do enfermeiro. Diante disso, torna-se fundamental que a formação do enfermeiro favoreça o desenvolvimento dessa competência. Com base nessa premissa, este estudo teve como objetivo identificar as estratégias didáticas referidas por estudantes e docentes do curso de licenciatura em enfermagem como sendo as mais facilitadoras para o desenvolvimento das capacidades de pensamento crítico. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, baseado na metodologia focus group. Foram realizadas duas sessões, uma com estudantes e outra com docentes. Participaram cinco estudantes e quatro docentes. Os docentes destacaram o uso de tecnologias digitais, simulação clínica realística, reflexão e discussão de casos clínicos. Já os estudantes enfatizaram a valorizaçãoda sua autonomia e a promoção de uma relação de proximidade com os docentes. A discussão de casos clínicos emergiu como uma estratégia comum a ambos os grupos, evidenciando o seu impacte no desenvolvimento do pensamento crítico. Os resultados indicam que as metodologias e/ou estratégias de ensino e aprendizagem ativas são as mais eficazes para promover o pensamento crítico nos estudantes de enfermagem. Destaca-se, ainda, a importância de alinhar essas estratégias com os objetivos de aprendizagem e o contexto educacional, aplicando-as de forma explícita e intencional.
- Boas práticas promotoras do pensamento crítico no ensino superior em cinco países ibero-americanosFranco, Amanda; Vieira, Rui Marques; Rivas, Silvia F.; Saiz, Carlos; Morales Buenos, Patricia; Loaiza Zuluana, Yasaldez; Ruíz Ortega, Francisco; Tamayo Alzate, Óscar; Campirán, Ariel; Instituto Politécnico de Leiria - Publicações IPCEPensar criticamente é essencial para estudantes do ensino superior, considerando particularmente a sua formação académica e cívica. Contudo, o desenvolvimento do pensamento crítico no ocorre simplesmente; pressupõe que as eos docentes conheçam, valorizem e utilizem estratégias propícias, fruto da investigação realizada na área. Dela resultam boas práticas de promoção do pensamento crítico, tal como aquelas implementadas nos países aqui considerados – Portugal, Espanha, Perú, Colômbia e México –, que oferecem recomendações para promover o pensamento crítico no ensino superior. Estas boas práticas poderão servir de modelo e motivação para quem deseja trazer o pensamento crítico para as suas aulas, mas ainda não sabe como.
