ESECS - Mestrado em Educação Matemática no Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico
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- Refletindo sobre a Prática Pedagógica em Educação de Infância e em 1.º Ciclo do Ensino Básico “Descobrindo as formigas” – uma proposta pedagógica em jardim de infânciaPublication . Duarte, Raquel Dias; Reis, Susana Alexandre dos; Saraiva, Alzira Maria Rascão
- O desenvolvimento do sentido espacial no pré-escolarPublication . Reis, Carina Patrícia Oliveira; Rodrigues, Marina Vitória Valdez Faria
- Papel da expressão dramática no desenvolvimento de contextos criativos facilitadores da resolução de problemasPublication . Silva, Ausenda da Conceição; Saraiva, Alzira Maria Rascão; Lopes, Maria de São Pedro dos Santos Silva
- Desenvolvimento do pensamento algébrico em alunos do 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Alexandre, Mónica Raquel Silva Ramos; Menino, Hugo Alexandre LopesEste estudo teve como objetivo principal investigar o desenvolvimento do pensamento algébrico em alunos do 1.º ciclo do ensino básico, procurando compreender o impacto da implementação de uma sequência de tarefas de cunho exploratório, envolvendo o estudo de padrões e sequências. As tarefas foram implementadas, no letivo 2013/2014, em quatro turmas do 1.º ciclo do ensino básico, uma de cada ano de escolaridade. A sequência de tarefas foi organizada em seis tarefas envolvendo padrões e sequências de repetição e de crescimento, privilegiando os contextos visuais/figurativos. Os alunos realizaram as tarefas, interagindo socialmente através do trabalho em pequeno grupo, e em grupo-turma durante os momentos da discussão coletiva. Procurou-se clarificar as estratégias e representações utilizadas, as generalizações formuladas e as dificuldades sentidas. A metodologia adotada foi qualitativa de natureza interpretativa, com uma organização de estudo de caso (casos múltiplos ou comparativos), dando ênfase à investigação sobre a prática. A recolha de dados teve como principais instrumentos o diário de bordo, as produções escritas dos alunos, a observação participante e as gravações de áudio e vídeo.Os resultados mostraram, que nos diferentes anos de escolaridade, os alunos usaram uma diversidade de representações e de estratégias, que se revelou essencial na capacidade de generalização e de aprendizagens algébricas. A linguagem natural foi uma representação privilegiada em todos os anos de escolaridade, permitiu a expressão, explicação e justificação de ideias, raciocínios, dificuldades e generalização de sequências. No estudo de caso do 1.º ano, dado a faixa etária dos alunos, foram realizadas generalizações próximas com concretização. Nos estudos de caso dos 3.º e 4.º anos, atendendo à idade, maturidade, capacidade de abstração e conhecimentos, observaram-se estratégias mais complexas e formais, proporcionando uma maior diversidade no estabelecimento de conexões e de generalizações desconstrutivas. As generalizações construtivas próximas foram observadas nos estudos de caso do 1.º e do 2.º anos. As generalizações desconstrutivas e distantes foram observadas no caso do 2.º ano e não foram visíveis no do 1.º ano. Os alunos revelaram compreensão algébrica, desenvolveram o estabelecimento de conexões, tendo-se aferido uma maior profundidade nos dois últimos anos de ciclo. A exploração de tarefas envolvendo padrões e sequências permitem a transversalidade dentro da própria Matemática. Desta forma, é fundamental continuar a explorar este tipo de tarefas, desde os primeiros anos de escolaridade, de modo a desenvolver o pensamento algébrico.
- Desenvolvimento do raciocínio estatístico em aluno do 4º ano de escolaridade na realização de uma investigação estatísticaPublication . Sousa, Cátia Rodrigues; Rocha, Maria Isabel Antunes Marques de Azevedo; Tavares, Dina dos SantosEste estudo surge da necessidade de desenvolver o raciocínio estatístico em alunos do 4.º ano, baseada na preocupação de os formar como cidadãos críticos e participativos, dando-lhes meios e facultando-lhes ferramentas que lhes possibilitem ler e interpretar os vários tipos e fontes de informação com que se deparam diariamente, podendo agir e intervir de forma crítica e fundamentada. Deste modo, procurou-se ao longo do estudo responder a três questões essenciais: a) De que forma a realização de investigações promovem o desenvolvimento do raciocínio estatístico dos alunos? b) Quais as aprendizagens e dificuldades evidenciadas pelos alunos na realização de investigações no âmbito da Organização e Tratamento de Dados? e c) Qual o papel do professor na promoção do raciocínio estatístico? Neste estudo, seguindo uma metodologia qualitativa de método indutivo e paradigma interpretativo procurou-se saber se um contexto de uma investigação estatística era ou não facilitador do desenvolvimento do raciocínio estatístico. A recolha de dados teve como fontes a observação participante, registos áudio, documentos escritos produzidos pelos alunos e fichas de trabalho. A investigadora assumiu ao longo do estudo um duplo papel de investigadora e simultaneamente professora titular da turma. Os resultados do estudo permitiram perceber o quanto é importante um contexto de estudo significativo para os alunos, envolvendo-os e motivando-os muito mais para a realização das investigações no âmbito da Organização e Tratamento de Dados. Verificaram-se aprendizagens na formulação de questões, na realização de previsões, recolha e representação de dados, na interpretação da informação e na comunicação de resultados. No entanto em cada um destes itens muitas também foram as dificuldades sentidas pelos alunos, nomeadamente nos três níveis de leitura de gráficos de Curcio (1989). O papel do professor foi fundamental na medida em que desafiou, apoiou e avaliou os alunos ao longo do estudo, proporcionando aos alunos a aquisição e consolidação de conhecimentos e a conexão de ideias com outras áreas do saber e temas matemáticos.
- O ensino e a aprendizagem da multiplicação no 2.º ano de escolaridadePublication . Oliveira, Susana Margarida da Silva; Menino, Hugo Alexandre LopesNo âmbito da didática da Matemática, e seguindo as tendências do paradigma de professor investigador, decidi debruçar-me sobre a introdução da aprendizagem da multiplicação em alunos de 2.º ano de escolaridade, aplicando um conjunto de tarefas que visam o desenvolvimento do conceito de multiplicação nos sentidos aditivo e combinatório e a aplicação das propriedades da multiplicação. Foram analisadas as interações e principalmente as estratégias utilizadas pelos alunos perante tarefas propostas, que na sua maioria abordavam contextos que lhes eram familiares. Pretendeu-se que os alunos desenvolvessem o conceito de multiplicação de forma gradual e natural. Para o desenvolvimento deste estudo, que se configura como uma investigação sobre a minha prática, foi utilizada uma metodologia qualitativa de cariz exploratório, descritivo e interpretativo. Foi possível verificar que os alunos encararam as tarefas e a operação, nelas, desenvolvida com agrado e motivação. Os resultados deste estudo indicam que os alunos compreenderam os conceitos da multiplicação explorados ao longo da cadeia de tarefas aplicada e foram evoluindo favoravelmente as suas estratégias multiplicativas. A partilha de estratégias nas discussões coletivas permitiu-nos uma melhor perceção das ideias dos alunos bem como das suas dúvidas/dificuldades o que fez surgir novas estratégias e com certeza enriqueceu o conhecimento dos alunos e o meu como professora. Este estudo reafirma a importância da reflexão contínua por parte dos docentes perante o desenvolvimento dos conhecimentos dos alunos e das suas próprias práticas.
- O Ensino e a aprendizagem das frações no 2º ano de escolaridade num contexto de ensino exploratórioPublication . Sousa, Anabela Santos Carvalho de; Pinto, Hélia GonçalvesRESUMO O tópico dos números racionais continua a revelar-se como um tópico de difícil ensino e aprendizagem, pelo que importa continuar a promover investigação nesta área. Neste sentido, surge este estudo com o qual se pretendeu perceber o percurso realizado por uma turma do 2.º ano de escolaridade durante a implementação de uma sequência de tarefas para o ensino e aprendizagem das frações, bem como a importância do papel do professor num contexto de ensino exploratório. Assim, tentou responder-se às seguintes questões de investigação: i) Que estratégias e dificuldades apresentam os alunos durante a realização de uma sequência de tarefas e ii) Que ações empreende o professor na orientação da exploração da referida sequência. Os números racionais, nomeadamente o ensino e a aprendizagem das frações no 1.ª ciclo e o ensino exploratório constituem a fundamentação teórica deste estudo. Foi adotada uma metodologia de investigação-ação no sentido de planear, observar e refletir para melhorar. Os participantes foram os 16 alunos de uma turma de 2.ºano de escolaridade cuja professora foi também a investigadora. A sequência de tarefas foi planeada tendo como base um tema do quotidiano dos alunos permitindo assim o estabelecimento de uma ponte com os seus conhecimentos informais, atribuindo significado aos números racionais. A referida sequência foi aplicada de acordo com as fases do ensino exploratório: i) apresentação da tarefa; ii) resolução da tarefa a pares; iii) apresentação das estratégias e iv) síntese. A recolha de dados foi efetuada recorrendo a instrumentos como a observação participante com notas de campo, registos escritos dos alunos, fotografias e gravação vídeo, permitindo a realização de uma análise de conteúdo. Deste estudo emergiu que os alunos desta turma de 2.º ano de escolaridade, recorreram à representação como principal estratégia de resolução, tendo as principais dificuldades surgido no âmbito da conexão com a linguagem das frações e na comparação de frações. Emergiu, ainda, que o ensino exploratório promoveu um contexto facilitador do ensino e aprendizagem das frações, nomeadamente ao nível da discussão em grupo turma.
- Educação Financeira e MatemáticaPublication . Ferreira, Alda Maria Silva; Cadima, Rita Alexandra Cainço DiasO presente relatório surge no âmbito do Mestrado em Educação Matemática no Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico. Apresenta um estudo realizado a dois grupos de três alunos cada, numa turma do 4.º ano de escolaridade do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O seu principal objetivo é o incremento do nível de literacia financeira nos alunos incorporando o desenvolvimento de competências matemáticas através da compreensão de conceitos financeiros. Sendo assim, construíram-se duas questões orientadoras da investigação: que competências matemáticas são utilizadas pelos alunos na resolução de problemas financeiros? De que modo a educação financeira pode potenciar o desenvolvimento de competências matemáticas? Para conseguir responder às perguntas elaboradas utilizou-se como metodologia o estudo de caso. Aplicaram-se oito fichas de trabalho envolvendo conceitos financeiros e a resolução de problemas financeiros. As primeiras quatro fichas de trabalho eram de diagnóstico de conhecimentos dos alunos e as restantes eram tarefas formativas. Os métodos de recolha de dados foram a observação participante e as produções dos alunos. A análise dos dados permitiu evidenciar uma significativa motivação dos alunos na resolução das tarefas. Observou-se o incremento de literacia financeira nos alunos, assim como o desenvolvimento das suas competências matemáticas potenciadas pela educação financeira. Verificaram-se dificuldades interpretativas de resolução de situações problemáticas, com base na iliteracia de alguns alunos ao nível da abordagem das questões de educação financeira colocadas.
- Refletindo sobre a Prática Pedagógica: o estímulo da motricidade fina em alunos do 2.º ano de escolaridade através de experiências com a linguagem plástica.Publication . Mónico, Magali; Magueta, Lúcia GraveO presente relatório apresenta no primeiro capítulo uma componente de caráter reflexivo onde são retratadas as experiências vivenciadas nas Práticas Pedagógicas realizadas em quatro contextos educativos distintos, sendo eles, a Creche, o Jardim de Infância, o 1.º Ciclo do Ensino Básico numa turma do 2.º ano de escolaridade e, por fim, numa turma do 4.º ano de escolaridade. No segundo capítulo é apresentada a investigação-ação desenvolvida no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico, numa turma do 2.º ano de escolaridade, tendo como amostra 17 alunos com idades compreendidas entre os 7 e os 8 anos. O estudo realizado partiu de um problema identificado no início da prática pedagógica, tendo-se observado que os alunos manifestavam algumas dificuldades em executar ações que dependiam das suas capacidades ao nível da motricidade fina. Para atenuar estas dificuldades, colocou-se em prática uma sequência de experiências de aprendizagem, orientadas pela questão de partida “Em que medida as experiências com a linguagem plástica podem contribuir para o desenvolvimento da motricidade fina em alunos do 2.º ano de escolaridade?”. O processo de investigação-ação incluiu uma avaliação inicial (diagnóstico), a planificação e implementação de atividades da área de Expressão e Educação Plástica e uma avaliação final. A comparação entre os resultados obtidos nos dois momentos de avaliação – onde se aplicou a Escala de Desenvolvimento Motor proposta por Neto (2002), nomeadamente o subteste relativo à Motricidade Fina – revela que os alunos que constituíram a amostra melhoraram as suas capacidades ao nível da motricidade fina.
- A Aprendizagem da multiplicação num contexto de Ensino ExploratórioPublication . Vieira, Ana Teresa Benjamim Ribeiro; Pinto, Hélia GonçalvesEste estudo analisa como se processa a aprendizagem da multiplicação a partir da resolução de uma sequência de tarefas, num contexto de ensino exploratório e procura a resposta às seguintes questões: i) Que estratégias e dificuldades apresentam os alunos na resolução de problemas para a aprendizagem da multiplicação que compõem a sequência de tarefas e ii) Quais as potencialidades e as limitações de um ensino exploratório na aprendizagem da multiplicação? A conceção e exploração da sequência de tarefas fundamentaram-se nas ideias defendidas por um ensino exploratório da Matemática e pela Educação Matemática Realista. A metodologia seguiu o paradigma de Investigação-Ação. O estudo foi realizado na turma de segundo ano, atribuída à professora no início do ano letivo, tendo ela assumido o duplo papel de professora e investigadora. A sequência de tarefas privilegia a resolução de problemas com contextos reconhecíveis pelos alunos, valoriza as produções dos pares e a interação num processo de construção de significado para a multiplicação. A recolha de dados recorreu a gravações áudio das aulas, notas de campo, produções dos alunos e entrevistas. Os resultados do estudo permitem caracterizar o percurso de aprendizagem realizado com os alunos e concluir que eles desenvolveram a capacidade de usar a multiplicação para resolver problemas, a familiaridade com o sentido aditivo da multiplicação e com as propriedades comutativa e distributiva da multiplicação. O ambiente de sala de aula gerado por um ensino exploratório da matemática influenciou a aprendizagem da multiplicação.
