Percorrer por autor "Almeida, A."
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- Promoting Nerve Regeneration in a Neurotmesis Rat Model Using Poly(DL-lactide-ε-caprolactone) Membranes and Mesenchymal Stem Cells from the Wharton’s Jelly: In Vitro and In Vivo AnalysisPublication . Pereira, T.; Gärtner, A.; Amorim, I.; Almeida, A.; Caseiro, A.R.; Armada-da-Silva, Paulo A. S.; Amado, Sandra; Fregnan, Federica; Varejão, A. S. P.; Santos, J. D.; Bártolo, P. J.; Geuna, S.; Luís, A. L.; Maurício, A. C.In peripheral nerves MSCs can modulate Wallerian degeneration and the overall regenerative response by acting through paracrine mechanisms directly on regenerating axons or upon the nerve-supporting Schwann cells. In the present study, the effect of human MSCs from Wharton’s jelly (HMSCs), differentiated into neuroglial-like cells associated to poly (DL-lactide-ε-caprolactone) membrane, on nerve regeneration, was evaluated in the neurotmesis injury rat sciatic nerve model. Resultsin vitroshowed successful differentiation of HMSCs into neuroglial-like cells, characterized by expression of specific neuroglial markers confirmed by immunocytochemistry and by RT-PCR and qPCR targeting specific genes expressed.In vivotesting evaluated during the healing period of 20 weeks, showed no evident positive effect of HMSCs or neuroglial-like cell enrichment at the sciatic nerve repair site on most of the functional and nerve morphometric predictors of nerve regeneration although the nociception function was almost normal. EPT on the other hand, recovered significantly better after HMSCs enriched membrane employment, to values of residual functional impairment compared to other treated groups. When the neurotmesis injury can be surgically reconstructed with an end-to-end suture or by grafting, the addition of a PLC membrane associated with HMSCs seems to bring significant advantage, especially concerning the motor function recovery.
- Resultados preliminares da adaptabilidade da Vetiveria zizanioides e Phragmites australis numa instalação piloto de leitos flutuantesPublication . Rocha, C.; Almeida, A.; Borralho, T.; Durão, A.No Alentejo os cursos de água superficiais são conhecidos por conter excesso de nutrientes, derivados das práticas agrícolas, e/ou pelo excesso de metais, provenientes das atividades mineiras. As águas de escorrência de drenagem mineira ácida (DMA) são caracterizadas por conterem valores relativamente baixos de pH, valores elevados de sulfatos e de metais pesados. Uma vez que os metais pesados não são biodegradáveis, acumulam-se e consequentemente promovem, impactes negativos para o ambiente e para a saúde (contaminação da cadeia alimentar, provocando risco para a saúde humana). A eco-reabilitação nos recursos hídricos superficiais, com recurso a leitos flutuantes é uma tecnologia emergente, pouco desenvolvida em Portugal. Esta tecnologia é constituída por leitos flutuantes (plataforma flutuante com macrófitas), com a finalidade de melhorar a qualidade de água superficial e consequentemente minimizar os efeitos das escorrências da DMA. Nos leitos flutuantes ocorre uma relação simbiótica entre as plantas (sistema radicular), os microrganismos e água. O sistema radicular denso das plantas que permite entre outros a assimilação de nutrientes e de outros poluentes, nomeadamente, os metais pesados e a fixação de microrganismos. A Ribeira da Água Forte, localizada na sub-bacia do Roxo, pertencente à Bacia hidrográfica do Sado, apresenta características típicas de uma água de DMA, por receber as escorrências da atividade mineira que se localiza a montante (Almina – Aljustrel) desta. O estudo em curso na ESABeja pretende avaliar o desempenho da instalação construída à escala piloto como medida de mitigação para os impactes resultantes da DMA nos recursos hídricos. O objetivo deste artigo é apresentar os resultados preliminares da adaptabilidade das espécies utilizadas (Vetiveria zizanioides e Phragmites australis) na instalação à escala piloto num período de monitorização de 15 semanas. Para o efeito, efetuou-se a monitorização da instalação piloto, com uma periodicidade semanal: 1) aos parâmetros, pH, temperatura da água (Tw) e do ar (Tar) e oxigénio dissolvido (OD); 2) com inspeções visuais às plantas e 3) medições à biomassa folicular e radicular. Os resultados preliminares revelam que tanto a Vetiveria zizanioides como a Phragmites autralis: (1) toleram pH (3,36 ± 0,24) baixos conforme descrito na literatura; potencial redox foi de 504,5 ± 61,1 mV; OD foi de 9,25 ± 0,83; (2) o crescimento médio semanal na biomassa vegetal aérea foi de 2,2 ± 1.99 cm para a Vetiveria zizanioides e 9,59 ± 5,99 cm para Phragmites autralis; (3) o crescimento médio semanal da biomassa radicular foi de 0,61 ± 0,39 e 2,90 ± 0,78 cm para a Vetiveria zizanioides e Phragmites autralis respetivamente; (4) observou-se taxa de crescimento em ambos casos mais elevada para temperaturas de água mais elevadas. Apesar das plantas não terem apresentado sinais de clorose, necrose, fumagina ou podridão, a baixa taxa de crescimento, poderá estar associado ao seu ciclo de vida e às condições climáticas.
- Uma tecnologia sustentável para o tratamento de efluentes de suiniculturaPublication . Almeida, A.; Durão, A.; Prazeres, A.; Carvalho, F.Os efluentes de suinicultura apresentam uma composição bastante variável, onde se destaca a presença matéria orgânica, azoto, fósforo, potássio, cálcio, sódio, magnésio, manganês, ferro, zinco, cobre e outros. É ainda de referir a presença de bactérias, vírus e outros microrganismos patogénicos, bem como a presença de resíduos de antibióticos e desinfetantes. Frequentemente recorre-se aos sistemas de lagoas de estabilização, ou outros, para o seu tratamento. A remoção de azoto é insuficiente e os efluentes tratados possuem ainda elevados teores de compostos azotados, que se descarregados no meio hídrico, ou no solo podem levar à formação de nitratos que causam a diminuição da qualidade das águas superficiais e subterrâneas. Assim, e tendo em vista os critérios de qualidade atualmente exigidos, a remoção de nutrientes e matéria orgânica é inferior à desejável. Deste modo, torna-se necessário dotar os sistemas de tratamento existentes nas explorações suinícolas com soluções mais eficazes de remoção de matéria orgânica e de nutrientes, permitindo a Portaria nº 631/2009, seja cumprida, uma vez que refere que o tratamento dos efluentes deve diminuir o teor de azoto, para minimizar a poluição do solo e das massas de água, bem como reduzir os odores desagradáveis. A partir de meados dos anos 90 do seculo passado, as zonas húmidas artificias (ZHA), têm sido usadas com sucesso, no tratamento de efluentes de suinicultura, para remoção de nutrientes e matéria orgânica, utilizados com sucesso. Este trabalho teve como objetivos: I) avaliar a possibilidade de se efetuar o tratamento terciário de um efluente de suinicultura, com elevadas concentrações de azoto, após submetido a tratamento em lagoas de estabilização; II) e determinar eficiências de remoção; III) estudar o comportamento da planta utilizada. Para o efeito, utilizou-se uma ZHA piloto (0,24 m2 × 0,70 m), com escoamento em modo vertical, plantada com Vetiveria zizanioides em agregados leves de argila expandida, utilizou-se um efluente proveniente de uma suinicultura da região de Setúbal Os ensaios foram delineados de modo a manter a concentração afluente à ZHA praticamente contante, (carência química de oxigénio (CQO) de 600 ± 50 mg L-1, azoto amoniacal (N-NH4 + de 300 ± 35 mg L-1 e azoto Kjealdal (NKJ) de 350 ± 45 mg L-1). Na ZHA piloto, foram testadas cargas hidráulicas crescentes, por forma a avaliar o efeito do tempo de retenção hidráulico e do aumento das cargas mássicas aplicadas, de matéria orgânica e azoto, sobre o desempenho do sistema. A avaliação do crescimento da Vetiveria zizanioides foi efetuada ao longo de todo o período experimental em que decorreram os ensaios. As eficiências de remoção de CQO, N-NH4 + e NKJ foram de 50 ± 10 %, 65 ± 10% e 40 ± 15 % respetivamente. A Vetiveria zizanioides demonstrou um bom desempenho no tratamento à escala piloto de efluentes com elevadas concentrações de N-NH4 + como os de suinicultura, necessitando para isso um correto dimensionamento das ZHA para serem aplicadas à escala real. Relativamente ao crescimento das plantas denotou-se uma tendência para estabilizar, no ensaio efetuado com cargas de N-NH4 + mais elevadas, porém, sem outros sintomas de toxicidade evidentes.
- Uma tecnologia sustentável para o tratamento de efluentes de suiniculturaPublication . Almeida, A.; Durão, A.; Prazeres, A.; Carvalho, F.Os efluentes de suinicultura apresentam uma composição bastante variável, onde se destaca a presença matéria orgânica, azoto, fósforo, potássio, cálcio, sódio, magnésio, manganês, ferro, zinco, cobre e outros. É ainda de referir a presença de bactérias, vírus e outros microrganismos patogénicos, bem como a presença de resíduos de antibióticos e desinfetantes. Frequentemente recorre-se aos sistemas de lagoas de estabilização, ou outros, para o seu tratamento. A remoção de azoto é insuficiente e os efluentes tratados possuem ainda elevados teores de compostos azotados, que se descarregados no meio hídrico, ou no solo podem levar à formação de nitratos que causam a diminuição da qualidade das águas superficiais e subterrâneas. Assim, e tendo em vista os critérios de qualidade atualmente exigidos, a remoção de nutrientes e matéria orgânica é inferior à desejável. Deste modo, torna-se necessário dotar os sistemas de tratamento existentes nas explorações suinícolas com soluções mais eficazes de remoção de matéria orgânica e de nutrientes, permitindo a Portaria nº 631/2009, seja cumprida, uma vez que refere que o tratamento dos efluentes deve diminuir o teor de azoto, para minimizar a poluição do solo e das massas de água, bem como reduzir os odores desagradáveis. A partir de meados dos anos 90 do seculo passado, as zonas húmidas artificias (ZHA), têm sido usadas com sucesso, no tratamento de efluentes de suinicultura, para remoção de nutrientes e matéria orgânica, utilizados com sucesso. Este trabalho teve como objetivos: I) avaliar a possibilidade de se efetuar o tratamento terciário de um efluente de suinicultura, com elevadas concentrações de azoto, após submetido a tratamento em lagoas de estabilização; II) e determinar eficiências de remoção; III) estudar o comportamento da planta utilizada. Para o efeito, utilizou-se uma ZHA piloto (0,24 m2 × 0,70 m), com escoamento em modo vertical, plantada com Vetiveria zizanioides em agregados leves de argila expandida, utilizou-se um efluente proveniente de uma suinicultura da região de Setúbal Os ensaios foram delineados de modo a manter a concentração afluente à ZHA praticamente contante, (carência química de oxigénio (CQO) de 600 ± 50 mg L-1, azoto amoniacal (N-NH4 + de 300 ± 35 mg L-1 e azoto Kjealdal (NKJ) de 350 ± 45 mg L-1). Na ZHA piloto, foram testadas cargas hidráulicas crescentes, por forma a avaliar o efeito do tempo de retenção hidráulico e do aumento das cargas mássicas aplicadas, de matéria orgânica e azoto, sobre o desempenho do sistema. A avaliação do crescimento da Vetiveria zizanioides foi efetuada ao longo de todo o período experimental em que decorreram os ensaios. As eficiências de remoção de CQO, N-NH4 + e NKJ foram de 50 ± 10 %, 65 ± 10% e 40 ± 15 % respetivamente. A Vetiveria zizanioides demonstrou um bom desempenho no tratamento à escala piloto de efluentes com elevadas concentrações de N-NH4 + como os de suinicultura, necessitando para isso um correto dimensionamento das ZHA para serem aplicadas à escala real. Relativamente ao crescimento das plantas denotou-se uma tendência para estabilizar, no ensaio efetuado com cargas de N-NH4 + mais elevadas, porém, sem outros sintomas de toxicidade evidentes.
