ESECS - Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização em Gestão, Avaliação e Supervisão Escolares
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Percorrer ESECS - Mestrado em Ciências da Educação, área de especialização em Gestão, Avaliação e Supervisão Escolares por orientador "Ferreira, José Brites"
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- Análise da Indisciplina de uma Escola Básica Integrada à luz da teoria dos níveis de indisciplina de João AmadoPublication . Guimarães, António Manuel Pinto Silvério; Ferreira, José BritesTrabalho com o tema “A Relação da Indisciplina de uma Escola Básica Integrada no quadro da teoria dos níveis de indisciplina de João Amado” realizado no âmbito do Mestrado de Gestão, Avaliação e Supervisão Escolar. Para abordar este tema iremos começar por abordar os conceitos de indisciplina e de delinquência na escola, seguidamente iremos aprofundar as relações de controlo e de poder dentro da sala de aula. Posteriormente será abordada a problemática da dimensão das turmas através de estudos realizados em alguns dos países do anel de fogo do pacífico como a China, o Japão, entre outros. Depois iremos abordar o comportamento dos professores e alunos relacionado com a composição das turmas. Posteriormente será apresentada a investigação realizada sobre a indisciplina de uma Escola Básica Integrada da Região Autónoma dos Açores, onde vamos procurar analisar se existe alguma relação entre a forma como uma escola age relativamente à indisciplina e as investigações existentes, especificamente as investigações sobre a teoria dos níveis de indisciplina de João Amado tanto como ao nível do que é considerado indisciplina pela escola e se estão enquadrados com os níveis enunciados e compreender se as sanções correspondentes estão de acordo com a gravidade de acordo com cada um dos três níveis expostos por João Amado. Por fim vamos apresentar as nossas conclusões sobre o caso em estudo.
- Perceções dos encarregados de educação acerca de um mega-agrupamento de escolasPublication . Henriques, Justina Maria Nunes da Veiga; Ferreira, José Brites; Barata, Clarinda Luísa FerreiraO presente trabalho procura estudar as perceções dos pais e encarregados de educação dos alunos, acerca de um Mega-Agrupamento de escolas, na região centro do país. Elaborámos o enquadramento teórico, tendo em vista duas entidades que se complementam, como parceiras privilegiadas da comunidade educativa: a escola e a família. Consideramos uma problemática atual e pertinente, fruto de um processo participativo nem sempre consensual. Salientamos os principais normativos legais referentes aos encarregados de educação, desde a constituição da República Portuguesa. Assim, são de 1976 os primeiros indícios no sentido de capacitar os pais dos direitos de se fazerem ouvir e representar nas organizações escolares. As definições que os pais constroem acerca da escola repercutem-se na sua participação parental, pautando o seu envolvimento e repercutem-se nos educandos, facto a que devemos estar atentos. Por outro lado, a escola, como organização, tem sofrido uma evolução nem sempre linear, desde a implementação das primeiras políticas de autonomia, nos finais do século XX, até à formalização dos atuais Mega-Agrupamentos de escolas. O projeto educativo assume-se como o documento que define a política e a orientação da instituição escolar. É o instrumento de autonomia da escola e pretende-se que seja elaborado com a participação da comunidade educativa, de que os pais são parte essencial. O estudo empírico efetuado englobou a adoção de métodos qualitativos e quantitativos, associados a técnicas e instrumentos de recolha de dados, como a entrevista, o inquérito por questionário e a recolha documental, dos quais procurámos retirar os dados que nos proporcionaram um estudo tão representativo da realidade quanto possível e aplicado a uma realidade específica. Procurámos executar o estudo com rigor e fidelidade, reconhecendo, porém, as suas limitações. O exemplo de outra amostragem, ou de outro contexto, teria refletido outros resultados e perspetivas da realidade em estudo, tão vasta e propícia a estudos por parte de investigadores.
- Recursos Educativos das Escolas e Sucesso Escolar no 1.º CEB-Estudo de CasoPublication . Moras, Carla Alexandra Lopes Pais; Ferreira, José Brites; Barata, Clarinda Luísa FerreiraCom esta investigação pretende-se clarificar em que medida os recursos educativos das escolas contribuem para o sucesso escolar dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, no agrupamento onde foi realizada. O presente estudo tem como finalidade conhecer os recursos das escolas, assim como a gestão que os docentes fazem dos mesmos, relacionando-os com os resultados escolares dos alunos do 4.º ano de escolaridade, nas áreas de Português e Matemática. Foi efetuado um estudo de natureza mista (quantitativa e qualitativa), recorrendo a uma metodologia de estudo de caso. Foi aplicado inquérito por questionário a todos os docentes do 1º CEB, inquérito por entrevista a duas docentes das escolas em estudo e analisaram-se documentos estruturantes do agrupamento. Após a análise dos resultados, procedeu-se à sustentação teórica dos mesmos, elaboraram-se as considerações finais e sugeriram- -se futuras investigações.
- Reflexos da avaliação externa na dinâmica interna do departamento curricular de expressões no agrupamento de escolas de Santo Onofre (estudo de caso)Publication . Valentim, Francisco José Cordeiro; Ferreira, José Brites
- A relevância da liderança num mega agrupamento de escolas – um estudo de caso.Publication . Nunes, João Manuel Gonçalves; Ferreira, José BritesA relevância da investigação prende-se, por um lado, com a sua atualidade em termos de gestão e administração escolares, centrado num cargo unipessoal, por outro lado, pelo interesse crescente pela temática da gestão e liderança nas escolas, apoiado pelo Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, alterado mais recentemente, pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho. Vivemos num tempo de mudança acelerada e de descontinuidades frequentes. As escolas veem-se confrontadas diariamente com uma multiplicidade de exigências: umas, de caráter externo, oriundas do macro sistema, como as reformas educativas e o rol de legislação que entram em catadupa no seio da escola, desafiando os administradores e os docentes para o cumprimento de diretivas, outras de ordem social, sendo estas últimas abordadas, antes de mais, na esfera superior da organização. As questões de investigação centraram-se, deste modo, na caracterização e implicações dos conceitos de gestão e liderança, bem como na implicação dos estudos realizados sobre esta temática, que apontam para a liderança ser permeada pelo contexto, pelas pessoas lideradas e pelo próprio líder. Neste contexto, o diretor de escola terá a capacidade de estabelecer princípios que são assumidos pelos seus colaboradores, para que todos adotem um comportamento que mobilize a organização escolar no alcance dos objetivos comuns. Procurámos conhecer os desafios, inerentes às escolas do presente, que são colocados ao líder escolar, no atual modelo de administração e gestão. Estabelece-se e descreve-se a temática da liderança emocional e apresentam-se diferentes estilos de liderança que podem existir e coexistir nas várias organizações. Procede-se ao tratamento dos resultados e à sua interpretação, culminando nas propostas de inferências e interpretações de acordo com os objetivos previstos; concluindo-se que a liderança é relevante na gestão das organizações escolares e que a eficácia organizacional parece advir da ação adequada do gestor ou do líder, dependendo do momento e das metas a alcançar.
- Trabalho colaborativo e articulação curricular entre o 2º e o 3º ciclo do ensino básicoPublication . Costa, Ana Sofia Machado; Ferreira, José Brites; Barata, Clarinda Luísa FerreiraAtualmente, tem-se verificado um esforço para modificar o paradigma das culturas escolares, tendo as culturas colaborativas cada vez mais um papel de destaque em detrimento das culturas individualistas. O trabalho colaborativo promove a aprendizagem contínua e o sucesso de todos os envolvidos. Paralelamente, o enraizamento de uma prática colaborativa promove as práticas de articulação curricular, promovendo a adequação do currículo às necessidades e características dos alunos. Contudo, tem-se verificado que a sua aplicação efetiva fica aquém das expectativas, apontando-se como principais obstáculos a falta de trabalho colaborativo, a incompatibilidade de horários, o excesso de tarefas e o desconhecimento do próprio conceito de articulação curricular. Deste modo, considerámos relevante conhecer a conceção dos docentes do 2.º e 3.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) do grupo de Ciências Naturais acerca do processo de articulação curricular e de trabalho colaborativo. Esta investigação é do tipo descritivo, tendo-se recorrido à triangulação de dados. Foram utilizados como instrumento de recolha de dados o questionário e a entrevista. A amostra é constituída por oito docentes, maioritariamente do sexo feminino, com mais de 16 anos de serviço e metade desempenha cargos de supervisão e avaliação docente. Os docentes consideram que a articulação curricular consiste na promoção de atividades conjuntas que favoreçam a transição dos alunos entre o 2.º e 3.º CEB e que o trabalho colaborativo envolve a planificação de atividades letivas, a elaboração de materiais de apoio e a reflexão conjunta. Apesar da conceção de articulação curricular ser adequada, praticá-la em todas as suas vertentes mostra-se ser mais complexo. Por outro lado, o trabalho colaborativo parece estar enraizado no grupo em estudo, existindo uma forte cultura de interajuda. Será fundamental esclarecer conceitos e rentabilizar a hora semanal atribuída para o efeito.
