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Abstract(s)
O envelhecimento populacional constitui um dos maiores desafios sociais da atualidade, frequentemente associado ao risco de isolamento social e diminuição da qualidade de vida. Neste contexto, surgem medidas de intervenção que visam promover a inclusão e o bem-estar, como é o caso das Universidades seniores, que desempenham um papel central na promoção da socialização e da participação ativa dos mais velhos. Os municípios assumem, neste âmbito, uma responsabilidade acrescida na criação de condições de igualdade de acesso a este tipo de iniciativas.
O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficácia da interação proporcionada pela Rede de Universidades Seniores do Concelho da Chamusca (RUSCha) na percepção de fragilidade entre os participantes.
Para a concretização dos objetivos, foi desenvolvido um estudo de natureza quantitativa, envolvendo uma amostra de 63 participantes. A recolha de dados foi realizada através de um questionário dividido em duas secções: a primeira destinada à caracterização sociodemográfica dos inquiridos e a segunda correspondente à aplicação da Escala de Fragilidade de Tilburg (TFI, Gobbens et al., 2010; Coelho et al., 2015). Foi igualmente garantido o carácter confidencial de todas as respostas fornecidas pelos participantes.
Os resultados revelaram que a amostra se situa ligeiramente abaixo do ponto de corte estabelecido para a população portuguesa (8 pontos), sugerindo que, em média, os participantes não se encontravam no limiar de fragilidade. Contudo, verificou-se heterogeneidade nos dados, evidenciando a existência de subgrupos em maior risco de fragilidade.
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Keywords
Envelhecimento Isolamento Social Universidades Seniores Fragilidade
