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- O papel do SAP na contabilidade das empresasSousa, Jorge Duarte; Marques, Ricardo Bruno Antunes; Braz, Paulo Fernando da CostaO presente relatório reflete as atividades desenvolvidas ao longo do estágio curricular realizado no departamento de contabilidade no edifício sede do Grupo Lusiaves, situado na Zona Industrial da Zicofa, em Leiria. O estágio curricular teve a duração de 1040 horas, e realizou-se entre 19 setembro de 2022 a 17 março de 2023, tendo como propósito a obtenção do grau de Mestre em Finanças Empresarias pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Leiria. O relatório tem como objetivo descrever os 6 meses de estágio, onde irá ser apresentada a entidade acolhedora para a realização do estágio, a sua história, evolução e o seu processo empresarial. Também serão apresentadas as funções desempenhadas no departamento de contabilidade, bem como o impacto que o software SAP teve no Grupo e o seu processo de implementação. A Contabilidade é importante para o saudável desenvolvimento do negócio, pois é a sua base e oferece um grande apoio à gestão do planeamento, controlo e processo de tomada de decisão. É necessário que os órgãos de gestão sejam conhecedores da atividade contabilística da entidade onde se inserem, não só porque é um enorme auxílio e apoio ao seu trabalho, como também espelha a situação da empresa e do seu património. Para isto, é necessário que a informação contabilística seja organizada de tal forma que qualquer pessoa possa ter acesso à mesma e consiga compreender a sua verdadeira função. O Enterprise Resource Planning (ERP) é um sistema de planeamento de recursos empresariais que centraliza e automatiza os processos de uma empresa, como as finanças, vendas, recursos humanos, stock, produção, entre outros, de forma a melhorar a eficiência, reduzir custo e facilitar a tomada de decisões. O principal ERP utilizado pelo Grupo é o SAP, um software de gestão de processos de negócios, que desenvolve soluções que facilitam o processamento eficaz de dados e o fluxo de informações entre as organizações. O SAP permitiu que os processos de todas as empresas do Grupo estivessem integradas num só software facilitando a sua gestão a comunicação.
- Uma trajetória de aprendizagens na Prática Pedagógica do 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico: Práticas de Pensamento Computacional no ensino e aprendizagem da ÁlgebraPublication . Brito, Margarida Rosário; Pinto, Hélia Gonçalves; Duarte, Nicole GasparO presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico, na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria. O principal objetivo é apresentar o meu percurso durante os dois anos do curso, estando o relatório estruturado em duas partes. A primeira parte corresponde à dimensão reflexiva e apresenta uma reflexão destacando dificuldades sentidas e aprendizagens realizadas que contribuíram para a minha evolução ao longo Prática Pedagógica enquanto mestranda. Início esta dimensão com a apresentação dos contextos e intervenientes onde foram realizadas as práticas pedagógicas. Em seguida, reflito sobre tarefas significativas e materiais didáticos enquanto promotores de aprendizagens, bem como sobre metodologias ativas de ensino e aprendizagem que influenciaram a minha Prática Pedagógica. A segunda parte, corresponde à dimensão investigativa e apresenta um estudo realizado com o objetivo de perceber como se pode promover o desenvolvimento do pensamento computacional em alunos do 5.º ano de escolaridade, através de uma sequência de tarefas realizada em contexto de ensino exploratório. Para a realização do estudo adotou-se o paradigma interpretativo com uma abordagem qualitativa. Os resultados revelam que a sequência didática promoveu o desenvolvimento das práticas de pensamento computacional, embora nem todas as práticas tenham sido desenvolvidas de forma plena em todas as tarefas. Apesar das limitações, a sequência didática promoveu o desenvolvimento das práticas do pensamento computacional.
- ATITUDE DOS ENFERMEIROS PERANTE A FAMÍLIA NOS CUIDADOS DE SAÚDEPublication . Travassos, Inês Filipa Freitas; Frade, João Manuel GraçaEnquadramento: A família assume um papel essencial na vida de cada individuo nas diversas fases de vida, sendo a base nos momentos de crise, transição ou no processo de saúde-doença. Os desenvolvimentos da ciência e da profissão de enfermagem tem demonstrado que o enfermeiro deve reconhecer a família como unidade de cuidados e como elemento ativo nesse processo sendo parte integrante dos cuidados de enfermagem. (Oliveira et al,2011). As atitudes dos enfermeiros afetam a disposição de interagir e envolver as famílias nos cuidados em enfermagem e o conhecimento das atitudes dos enfermeiros face à família ajuda-nos a compreender de que forma os enfermeiros contextualizam o individuo e os seus processos de saúde ou doença, no seu contexto familiar (Frade et al, 2021). Benzei et al (2008) definiu determinadas atitudes agrupadas em dimensões podendo ser positivas: (família como parceiro dialogante e recurso de coping e famílias como recurso nos cuidados de enfermagem) ou negativas (família como um fardo). Objetivos: Identificar a importância atribuída à família pelos enfermeiros no processo de cuidar; conhecer as atitudes que os enfermeiros adotam face à importância da família no processo de cuidar e associar as variáveis sociodemográficas e profissionais dos enfermeiros com a prática de cuidados centrados na família. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo, analítico e correlacional que integrou uma amostra de 72 enfermeiros. O instrumento utilizado no questionário constituído por questões sociodemográficas e profissionais e a escala “Importância das Famílias nos Cuidados de Enfermagem-Atitude dos Enfermeiros” (IFCE-AE), validada para a população portuguesa por Oliveira, et al em 2009. Resultados: As atitudes de suporte positivas apresentaram médias superiores à atitude negativa, sendo que na “Família como parceiro dialogante e recurso de coping”, obteve-se uma média de 37,86, na dimensão “Família: recuso nos cuidados de enfermagem” a média foi de 32,68 e na dimensão “Família como um fardo” a média obtida foi de 8,694. As variáveis sociodemográficas e profissionais não são estatisticamente significativas para definir as atitudes dos enfermeiros perante a família, sendo que na sua maioria os valores de p eram superiores a 0,05. Conclusão: De forma geral os enfermeiros apresentam atitudes favoráveis ao envolvimento das famílias nos cuidados de enfermagem e atribuem elevada importância às mesmas no processo de cuidar.
