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ATITUDE DOS ENFERMEIROS PERANTE A FAMÍLIA NOS CUIDADOS DE SAÚDE

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Enquadramento: A família assume um papel essencial na vida de cada individuo nas diversas fases de vida, sendo a base nos momentos de crise, transição ou no processo de saúde-doença. Os desenvolvimentos da ciência e da profissão de enfermagem tem demonstrado que o enfermeiro deve reconhecer a família como unidade de cuidados e como elemento ativo nesse processo sendo parte integrante dos cuidados de enfermagem. (Oliveira et al,2011). As atitudes dos enfermeiros afetam a disposição de interagir e envolver as famílias nos cuidados em enfermagem e o conhecimento das atitudes dos enfermeiros face à família ajuda-nos a compreender de que forma os enfermeiros contextualizam o individuo e os seus processos de saúde ou doença, no seu contexto familiar (Frade et al, 2021). Benzei et al (2008) definiu determinadas atitudes agrupadas em dimensões podendo ser positivas: (família como parceiro dialogante e recurso de coping e famílias como recurso nos cuidados de enfermagem) ou negativas (família como um fardo). Objetivos: Identificar a importância atribuída à família pelos enfermeiros no processo de cuidar; conhecer as atitudes que os enfermeiros adotam face à importância da família no processo de cuidar e associar as variáveis sociodemográficas e profissionais dos enfermeiros com a prática de cuidados centrados na família. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo, analítico e correlacional que integrou uma amostra de 72 enfermeiros. O instrumento utilizado no questionário constituído por questões sociodemográficas e profissionais e a escala “Importância das Famílias nos Cuidados de Enfermagem-Atitude dos Enfermeiros” (IFCE-AE), validada para a população portuguesa por Oliveira, et al em 2009. Resultados: As atitudes de suporte positivas apresentaram médias superiores à atitude negativa, sendo que na “Família como parceiro dialogante e recurso de coping”, obteve-se uma média de 37,86, na dimensão “Família: recuso nos cuidados de enfermagem” a média foi de 32,68 e na dimensão “Família como um fardo” a média obtida foi de 8,694. As variáveis sociodemográficas e profissionais não são estatisticamente significativas para definir as atitudes dos enfermeiros perante a família, sendo que na sua maioria os valores de p eram superiores a 0,05. Conclusão: De forma geral os enfermeiros apresentam atitudes favoráveis ao envolvimento das famílias nos cuidados de enfermagem e atribuem elevada importância às mesmas no processo de cuidar.
Background:The family plays a fundamental role in the life of each individual throughout the different stages of life, serving as a crucial support system during moments of crisis, transition, or throughout the health-illness process. Advances in science and the nursing profession have shown that nurses should recognize the family as both a unit of care and an active participant in this process, being an integral part of nursing care (Oliveira et al., 2011). Nurses’ attitudes influence their willingness to interact with and involve families in nursing care. Understanding these attitudes helps us comprehend how nurses contextualize the individual and their health or illness within their family environment (Frade et al., 2021). Benzein et al. (2008) identified specific attitudes, grouped into dimensions, which may be positive—such as “family as a conversational partner and coping resource” and “family as a resource in nursing care”—or negative, such as “family as a burden.” Objectives:To identify the importance attributed to the family by nurses in the care process; to understand the attitudes adopted by nurses regarding the family’s role in care; and to explore the association between nurses’ sociodemographic and professional variables and the practice of family-centered care. Methodology:This is a quantitative, descriptive, analytical, and correlational study involving a sample of 72 nurses. Data were collected using a questionnaire that included sociodemographic and professional variables, as well as the “Importance of Families in Nursing Care—Nurses’ Attitudes” (IFCE-AE) scale, validated for the Portuguese population by Oliveira et al. in 2009. Results: Positive supportive attitudes showed higher averages than negative attitudes. In the dimension “Family as a dialoguing partner and coping resource”, the mean score was 37.86; in “Family: resource in nursing care”, the mean was 32.68; and in “Family as a burden”, the mean obtained was 8.694. Sociodemographic and professional variables were not statistically significant in determining nurses’ attitudes toward the family, as most p-values were greater than 0.05. Conclusion: Overall, nurses demonstrate favorable attitudes toward involving families in nursing care and assign a high level of importance to the family in the caregiving process.

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Enfermagem de Saúde Familiar Atitude Enfermeiro Família Cuidados de Enfermagem

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