ESECS - Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico
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Browsing ESECS - Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico by advisor "Costa, Adriana Maria Lage da"
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- O uso de fantoches como recurso lúdico-pedagógico no desenvolvimento das competências de leitura, escrita e oralidade no 2º ano do ensino básicoPublication . Gomes, Ana Maria; Costa, Adriana Maria Lage daO presente relatório de prática de ensino supervisionada foi elaborado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria. Os principais objetivos são refletir sobre o percurso vivido nas quatro práticas pedagógicas que integram um estudo investigativo relacionado com as potencialidades do fantoche no desenvolvimento das competências de leitura, escrita e oralidade. A dimensão reflexiva descreve todas as aprendizagens e momentos vividos que foram mais significativos ao longo das práticas pedagógicas. Neste sentido, esta dimensão espelha a caracterização do contexto educativo, as perceções e os desafios pedagógicos e as aprendizagens vividas, retratando este percurso de forma crítica e fundamentada. Assim, relata a forma como foram sentidos dois anos que me proporcionaram uma evolução a nível pessoal e profissional. A dimensão investigativa insere-se numa análise das vivências dos alunos, bem como no desenvolvimento das competências de leitura, escrita e oralidade, tendo em vista a forma como os fantoches potenciam essa aprendizagem. A investigação configura-se como um estudo de caso, com recurso a um método misto, com vista à averiguação das aprendizagens dos alunos de uma turma de 1.º CEB, aquando da utilização de fantoches como recursos lúdicos no desenvolvimento das competências linguísticas. A recolha de dados foi realizada mediante grelhas de observação direta e registos em notas de campo. Tendo em conta a análise dos resultados, entende-se que a implementação de fantoches como recurso lúdico-pedagógico constitui uma estratégia eficaz para o desenvolvimento das competências de leitura, escrita e oralidade, favorecendo a motivação e o envolvimento dos alunos. Os dados obtidos reforçam a relevância de integrar os fantoches nas práticas pedagógicas, de forma a potenciar aprendizagens mais consistentes e a estimular a participação ativa das crianças.
- Refletindo e Investigando a Prática de Ensino Supervisionada na Educação de Infância e no 1.º CEB: Estratégias de gestão de conflitos na Educação Pré-EscolarPublication . Lopes, Rute Filipa Raposo; Oliveira, Luís Miguel Gonçalves de; Costa, Adriana Maria Lage daO presente relatório de Prática de Ensino Supervisionada, surgiu no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e encontra-se dividido em duas partes, sendo elas a Dimensão Reflexiva e a Dimensão Investigativa. A primeira parte diz respeito à dimensão reflexiva, na qual é apresentado o meu percurso realizado ao longo das diversas Práticas Pedagógicas, em contextos distintos. Esta parte visa refletir através de um olhar crítico sobre as experiências vividas, as aprendizagens mais significativas e as propostas pedagógicas que desenvolvi, reconhecendo igualmente os desafios e dificuldades que foram surgindo. Este processo contínuo de reflexão permitiu-me crescer, repensar a minha ação e aprofundar a intencionalidade pedagógica, contribuindo de forma decisiva para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. A segunda parte remete à dimensão investigativa, onde se encontra apresentado um estudo realizado em contexto da Prática Pedagógica de Jardim de Infância. A investigação centrou-se na questão: "Que estratégias de gestão de conflitos podem ser mobilizadas com/por crianças da Educação Pré-Escolar?". A investigação, de natureza qualitativa, teve como objetivos compreender como educadoras e crianças percecionam o conflito em contexto de jardim de infância, identificar as estratégias utilizadas na sua gestão e refletir sobre estas práticas. Os dados foram recolhidos através de observação, grelhas de registo e entrevistas a educadoras e crianças. Através da análise dos dados recolhidos, foi possível verificar que as crianças mobilizaram estratégias diversificadas na gestão de conflitos como solicitar a ajuda da educadora, partilhar o objeto em disputa ou reproduzir estratégias observadas pelos adultos, revelando progressos no desenvolvimento de competências sociais, emocionais e comunicacionais.
