| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.39 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A infância, desde há alguns anos, tem sido alvo de vários estudos, onde abordam as fases de desenvolvimento, os ambientes mais propícios para o crescimento da criança, as atividades que ajudam a estimular o seu progresso, entre outros. Porém, as crianças não são todas iguais, cada uma tem o seu ritmo de desenvolvimento e a família deve saber respeitar esse ritmo e ajudá-la a progredir. Há crianças que precisam de apoio profissional devido a determinadas caraterísticas, como por exemplo: perturbações do desenvolvimento. Uma das valências que apoia estas crianças e respetivas famílias é a Intervenção Precoce na Infância. O modelo utilizado por eles, cada vez mais foca-se nas necessidades e estrutura da família para, assim, ajudar a criança em questão.
Nos dias de hoje, a família tem-se mostrado mais presente na vida dos filhos, realizam mais atividades que asseguram um bom desenvolvimento. Das práticas de literacia, a leitura dehistórias tem-se destacado, por sustentar uma série de benefícios para a criança.
Com este estudo, procuramos saber se os pais têm os mesmos hábitos de leitura e atitudes perante comportamentos de desafio/oposição dos seus filhos com e sem perturbação do desenvolvimento, quando existem estudos que indicam que os pais têm prioridades diferentes para ambos.
Este é um estudo de caso, que contacom uma amostra de seis famílias, cujas crianças mais novas frequentam a Intervenção Precoce na Infância. Estas têm idades compreendidas entre os 3 e 6 anos. A recolha dos dados foi efetuada com um instrumento quantitativo: o questionário.
Após a análise dos dados obtidos, pudemos concluir que os resultados não foram muito significativos. Contudo, verificamos que os pais optam por diferentes tipos de livros para o seu filho com e sem perturbação do desenvolvimento. Os pais preferem ler, para os filhos com perturbação do desenvolvimento, livros de caráter mais lúdico, iv
esta escolha está associada á ilustração e menos ao conteúdo ou á informação que este pode veicular. Outra conclusão que se destacou foi o facto dos pais não deixarem os filhos com perturbação do desenvolvimento explorar o livro durante ou depois da leitura, contrariamente ao que fazem com os filhos sem perturbação do desenvolvimento. Para além de parecer não reconhecerem nos primeiros a capacidade de sozinhos compreenderem o seu conteúdo ou não lhe reconhecendo a sua verdadeira função, também não estimulam esta atividade.
Descrição
Palavras-chave
Educação especial Psicologia do desenvolvimento Dificuldades de aprendizagem Literacia Intervenção precoce
