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- As Práticas de Literacia no meio familiar com crianças com e sem Perturbação do DesenvolvimentoPublication . Vieira, Diana Abreu; Santos, Maria João Sousa Pinto dosA infância, desde há alguns anos, tem sido alvo de vários estudos, onde abordam as fases de desenvolvimento, os ambientes mais propícios para o crescimento da criança, as atividades que ajudam a estimular o seu progresso, entre outros. Porém, as crianças não são todas iguais, cada uma tem o seu ritmo de desenvolvimento e a família deve saber respeitar esse ritmo e ajudá-la a progredir. Há crianças que precisam de apoio profissional devido a determinadas caraterísticas, como por exemplo: perturbações do desenvolvimento. Uma das valências que apoia estas crianças e respetivas famílias é a Intervenção Precoce na Infância. O modelo utilizado por eles, cada vez mais foca-se nas necessidades e estrutura da família para, assim, ajudar a criança em questão. Nos dias de hoje, a família tem-se mostrado mais presente na vida dos filhos, realizam mais atividades que asseguram um bom desenvolvimento. Das práticas de literacia, a leitura dehistórias tem-se destacado, por sustentar uma série de benefícios para a criança. Com este estudo, procuramos saber se os pais têm os mesmos hábitos de leitura e atitudes perante comportamentos de desafio/oposição dos seus filhos com e sem perturbação do desenvolvimento, quando existem estudos que indicam que os pais têm prioridades diferentes para ambos. Este é um estudo de caso, que contacom uma amostra de seis famílias, cujas crianças mais novas frequentam a Intervenção Precoce na Infância. Estas têm idades compreendidas entre os 3 e 6 anos. A recolha dos dados foi efetuada com um instrumento quantitativo: o questionário. Após a análise dos dados obtidos, pudemos concluir que os resultados não foram muito significativos. Contudo, verificamos que os pais optam por diferentes tipos de livros para o seu filho com e sem perturbação do desenvolvimento. Os pais preferem ler, para os filhos com perturbação do desenvolvimento, livros de caráter mais lúdico, iv esta escolha está associada á ilustração e menos ao conteúdo ou á informação que este pode veicular. Outra conclusão que se destacou foi o facto dos pais não deixarem os filhos com perturbação do desenvolvimento explorar o livro durante ou depois da leitura, contrariamente ao que fazem com os filhos sem perturbação do desenvolvimento. Para além de parecer não reconhecerem nos primeiros a capacidade de sozinhos compreenderem o seu conteúdo ou não lhe reconhecendo a sua verdadeira função, também não estimulam esta atividade.
- Caraterização mecânica de painéis compósitos – solução em madeira, óxido de magnésio e poliuretanoPublication . Graça, Nuno Miguel Sousa; Rodrigues, Hugo Filipe Pinheiro; Fernandes, Paulo Alexandre LopesOs painéis compósitos podem ser constituídos por diversos materiais sendo que os estudados nesta dissertação são constituídos por um aro em madeira que lhe garante rigidez e resistência, poliuretano no enchimento do painel e duas placas de óxido de magnésio a selar o exterior do conjunto. Este tipo de soluções é utilizada essencialmente como elemento de parede divisória ou exterior, sendo pouco utilizado como elemento autoportante. Têm aparecido no entanto algumas soluções inovadoras no mercado que visam tirar proveito da resistência deste tipo de painéis e utilizá-los como elementos estruturais autoportantes. A aplicação deste tipo de painéis é vulgarmente efetuada com base em conhecimento empírico e de difícil caracterização por parte dos regulamentos de estruturas existentes. Neste sentido o presente trabalho tem como objetivo apresentar e discutir os resultados de testes experimentais para os painéis compósitos em madeira, óxido de magnésio e poliuretano, fornecidos pela empresa “Electrofer, Lda.”. A componente experimental desta dissertação consiste em (i) ensaios de compressão axial, (ii) ensaios de flexão, (iii) ensaio de caracterização dinâmica e (iv) ensaio de absorção de água. Por fim são apresentados e discutidos os resultados de todos os ensaios sob a forma de tabelas, gráficos e imagens que representam as respostas dos painéis quando solicitados a forças de compressão e flexão. A definição da rigidez axial e de flexão revelam-se essenciais de forma a facilitar modulações numéricas futuras para estruturas com base nestes painéis.
