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Resumo(s)
A adolescência é uma etapa crucial de desenvolvimento humano, marcada por intensas transformações físicas, emocionais e sociais que moldam a identidade dos jovens. Este estudo analisa como as ferramentas digitais podem ser utilizadas para promover o autoconhecimento e o cuidado pessoal entre alunos do nono ano da Escola Municipal de Educação Básica Rui Palmeira, com foco na abordagem da sexualidade. A adolescência, conforme definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), abrange a faixa etária de 10 a 19 anos, sendo regulada no Brasil pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, que considera adolescentes os indivíduos entre 12 e 18 anos. Nesse período, os jovens enfrentam desafios significativos relacionados à autoimagem e à expressão sexual, o que reforça a importância de uma educação sexual abrangente e contextualizada. Com a crescente penetração das tecnologias digitais e o uso intensivo de redes sociais, os adolescentes têm acesso a novas formas de interação e informação que influenciam diretamente suas percepções sobre sexualidade. A pesquisa baseia-se em autores como Sonia Livingstone, Danah Boyd e Albert Bandura, que destacam o papel transformador das tecnologias no ensino e na promoção de uma educação sexual mais acessível, dinâmica e engajadora. Além disso, a investigação considera as características da "Geração Net", conforme discutidas por Tapscott, e a cultura da convergência midiática de Jenkins, argumentando que as escolas devem adaptar suas metodologias pedagógicas para atender às demandas de uma geração que cresce em um ambiente digital. Os objetivos específicos incluem identificar as necessidades dos estudantes em relação à educação sexual, analisar suas
percepções sobre o uso de tecnologias no aprendizado dessa temática e desenvolver estratégias eficazes para integrar recursos digitais nesse contexto. A pesquisa também explora como a interação com tecnologias digitais influencia a visão e as experiências dos alunos em relação à sexualidade, fundamentando-se em teóricos como Manuel Castells e Pierre Lévy, que abordam o impacto das tecnologias na construção do conhecimento e nas relações sociais. Os resultados esperados buscam fornecer subsídios para a elaboração de estratégias que melhorem a integração das ferramentas digitais no currículo escolar, promovendo uma compreensão crítica, reflexiva e inclusiva da sexualidade entre os adolescentes. Dessa forma, o estudo almeja contribuir para o desenvolvimento de um ambiente educativo que não apenas informe, mas também fomente a autoaceitação e o cuidado pessoal, capacitando os jovens para enfrentar os desafios contemporâneos relacionados à sexualidade, à saúde mental e à cidadania digital.
Palavras
Descrição
Palavras-chave
Adolescência Educação Sexual Ferramentas Digitais Autoconhecimento Saúde Mental Redes Sociais Cultura Digital
