Publicação
Atividades enzimáticas extracelulares de microrganismos marinhos resistentes a TBT
| dc.contributor.advisor | Lemos, Marco Filipe Loureiro | |
| dc.contributor.author | Fonseca, Kaori Levy da | |
| dc.date.accessioned | 2014-11-05T16:19:45Z | |
| dc.date.available | 2014-11-05T16:19:45Z | |
| dc.date.issued | 2013-12-16 | |
| dc.date.submitted | 2013 | |
| dc.description | Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Biotecnologia dos Recursos Marinhos apresentada à ESTM - Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria. | por |
| dc.description.abstract | As enzimas são as mais notáveis e altamente especializadas proteínas, apresentando na maioria das vezes eficiência catalítica superior à de catalisadores sintéticos, sendo a sua produção industrial, assegurada, maioritariamente, por algumas espécies de microrganismos. Os microrganismos provenientes de ambientes extremos desenvolvem mecanismos de adaptação, que lhes permite sobreviver em condições físico-químicas extremas, ou cenários contaminados. Podendo, portanto produzir enzimas ativos e/ou estáveis com elevado potencial biotecnológico e industrial. Apesar da recente proibição da sua utilização em tintas anti incrustantes, o tributilestanho (TBT) é um contaminante comum em sistemas aquáticos, sendo considerado uma das substâncias mais tóxicas já introduzidas no ambiente marinho. Neste sentido, microrganismos resistentes a TBT (capazes de crescer a 3mM de TBT) recolhidos de sete portos portugueses, foram isolados, caracterizados por rep-PCR e identificados por MALDI-TOF-MS. A atividade proteolítica e lipolítica extracelular destes isolados foram avaliadas. Os extratos lipolíticos foram submetidos a ensaios de otimização das condições de atividade pela metodologia de superfície de resposta e os extratos proteolíticos foram caracterizados por zimografia. A percentagem de isolados resistentes a TBT variou entre 0.08% (porto de Setúbal) e 7.67% (porto de Peniche). Por rep-PCR distinguiu-se 111 isolados diferentes, dos quais 14 produziram enzimas extracelulares. A maior parte dos extratos proteolíticos apresentaram atividade caseínolítica e gelatinolítica. Dos extratos lipolíticos testados, F3 e L2 demostraram ter atividade (8U/mL e 4 U/mL, respetivamente) a 30ºC e a pH 9, sendo lipases alcalinas. Os isolados produtores de enzimas extracelulares foram identificados como pertencendo aos géneros Serratia, Pseudomonas e Citrobacter. O nosso estudo comprovou que os isolados resistentes a TBT são capazes de produzir enzimas extracelulares com um grande potencial biotecnológico. As bactérias da Figueira e Leixões (F3 e L2) apresentaram atividade lipolítica alcalina, demostrando potencial aplicação na indústria de detergentes. | por |
| dc.identifier.tid | 201104512 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.8/1050 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.subject | Enzimas extracelulares | por |
| dc.subject | Bactérias resistentes a TBT | por |
| dc.subject | Proteases | por |
| dc.subject | Lipases | por |
| dc.title | Atividades enzimáticas extracelulares de microrganismos marinhos resistentes a TBT | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | masterThesis | por |
| thesis.degree.discipline | Biotecnologia dos Recursos Marinhos | por |
| thesis.degree.level | Mestre | por |
| thesis.degree.name | Mestrado em Biotecnologia dos Recursos Marinhos | por |
