Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Publicação

Um percurso mediativo por algumas florestas na arte

Utilize este identificador para referenciar este registo.
Nome:Descrição:Tamanho:Formato: 
Samuel Rama - Percurso Meditativo Florestas na Arte.pdf363.95 KBAdobe PDF Ver/Abrir

Orientador(es)

Resumo(s)

A grande floresta europeia densa e obscura desapareceu proporcionalmente ao crescimento das cidades sobretudo a partir da modernidade. Na mesma medida do desaparecimento das florestas reais dá-se o seu incremento no território da cultura em geral e nas artes plásticas em particular. A floresta assume-se assim como arquétipo ou índice do natural e é nos seus melhores exemplos da arte sempre revisitada por uma persistente expressão atravessada pelo sonho e pela nostalgia. Nas representações de florestas feitas por artistas que quiseram recuperar, do pondo de vista estético, estas paisagens a partir de dentro, podemos encontrar talvez uma das raízes mais longínquas do questionamento ou da relativização da ideia de paisagem enquanto vista ou janela, a favor de uma ideia de paisagem enquanto errância ou envolvimento. Esse questionamento parece trazer também consigo a expressão ou tradução do fundamento ético primeiro que faz reconhecer a natureza como algo absolutamente superior ao homem. Tal acontece porque a maioria das representações de florestas feitas a partir do seu interior revelam um certo carácter estético negativo que induz no espectador mobilidade, desconforto, estranhamento obrigando-o a indagar e articular juntamente estética e ética.

Descrição

Palavras-chave

Artes Visuais Paisagem História da Arte

Contexto Educativo

Citação

Rama, S. (2016). Um percurso meditativo por algumas florestas na arte. Revista Visuais, 2(3), 41. doi:https://doi.org/10.20396/rv.v2i3.549

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes

Licença CC

Métricas Alternativas