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Indução da carotenogénese em Chlorella sp. para alteração da cor da biomassa

datacite.subject.fosEngenharia e Tecnologia::Outras Engenharias e Tecnologiaspt_PT
dc.contributor.advisorAfonso, Clélia Paulete Correia Neves
dc.contributor.advisorSilva, Joana Gabriela Laranjeira da
dc.contributor.advisorGouveia, Luísa
dc.contributor.authorGalante, Joana Raquel Almeida
dc.date.accessioned2018-11-22T10:19:06Z
dc.date.available2018-11-22T10:19:06Z
dc.date.issued2018-11-05
dc.description.abstractNo inicio do século XX, as microalgas começaram a despertar interesse na comunidade científica e, desde então, novos estudos permitiram o reconhecimento do seu potencial a ser usado para diversos fins. A Chlorella é uma das microalgas produzidas e comercializadas mundialmente. Existem neste momento três espécies de Chlorella reconhecidas no mercado Europeu como Novel Food o que permite que sejam comercializadas para alimentação humana. Devido ao facto de o consumo de algas não ser uma prática comum na União Europeia, nos últimos anos surgiram estudos para a incorporação desta alga na dieta europeia, com benefícios para a saúde humana. O objetivo deste trabalho foi induzir a carotenogénese em duas estirpes de Chlorella vulgaris e uma estirpe de Chlorella protothecoides, privando as culturas da fonte de azoto no meio de cultivo. Numa primeira etapa, as duas estirpes de Chlorella vulgaris foram inoculadas em reatores de 5 L com meio f/2 modificado. No passo seguinte, foram testas duas condições: na primeira condição as culturas foram inoculadas com meio f/2 sem KNO3 e na segunda condição o meio de cultivo apenas continha água da cimenteira. Em ambas as culturas, foi avaliada a concentração de clorofila e carotenóides, ao longo do ensaio. Verificou-se um decréscimo no teor de clorofila em ambas as culturas e uma acumulação de carotenóides apenas nas condições controlo. Foi observada a mudança de cor verde para cor amarela em Chlorella vulgaris e para cor alaranjada em Chlorella vulgaris Beijerinck (estirpe de controlo). O ensaio seguinte, foi realizado em outdoor num Fotobiorreator de 2000L (FBR) e em três Green-wall de 45L (GW), usando Chlorella vulgaris crescida em fermentador. Após a indução das culturas, não foi observada uma mudança de cor significativa. Neste ensaio, foi avaliada a concentração de proteína. Observou-se uma descida na concentração de proteína nos reatores à medida que a fonte de azoto ia sendo consumida. No último ensaio, o crescimento fez-se de modo heterotrófico usando a estirpe Chlorella protothecoides. Para isso, numa primeira etapa foi feito um teste em matraz com diferentes concentrações de amónia, onde se constatou que quanto mais baixa a concentração de amónia, maior a alteração da cor da cultura. A etapa seguinte foi realizada num fermentador de 5 L, onde não se observou mudança de cor da cultura.Neste trabalho, foi possível realizar a indução nas culturas, mas apenas nos ensaios em pequena escala (ensaio em balão e em matraz).pt_PT
dc.identifier.tid202027244pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.8/3649
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectChlorella vulgarispt_PT
dc.subjectchlorella protothecoidespt_PT
dc.subjectmicroalgaspt_PT
dc.subjectcarotenogénesept_PT
dc.subjectmudança de corpt_PT
dc.subjectinduçãopt_PT
dc.titleIndução da carotenogénese em Chlorella sp. para alteração da cor da biomassapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Biotecnologia dos Recursos Marinhospt_PT

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