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- Empoderamento Comunitário de idosos polimedicados: estratégias de adesão ao regime medicamentosoPublication . Morais, Ana Sofia Mendes Pereira Mateus; Barros, Teresa Madalena Kraus Brincheiro HüttelO presente relatório pretende descrever, analisar e refletir sobre a minha trajetória de aprendizagem para aquisição de competências comuns e específicas em Enfermagem de Saúde Comunitária e Saúde Pública, no âmbito do Mestrado em Enfermagem Comunitária. O envelhecimento populacional, traduz um aumento das doenças crónicas e consequentemente o recurso a um regime medicamentoso complexo, pode comprometer a adesão ao mesmo e a segurança das pessoas idosas, sendo já considerado um problema universal de saúde pública. Com recurso à metodologia do planeamento em saúde e implementação de estratégias e ferramentas específicas, o Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde Comunitária e de Saúde Pública, emerge como elemento facilitador da capacitação de grupos/ comunidades para a Promoção da Saúde, através do Empoderamento Comunitário. Este projeto visa melhorar a adesão ao regime medicamentoso de idosos polimedicados pela via do empoderamento comunitário para implementação de estratégias e ferramentas inovadoras, na área de influência da Unidade de Cuidados à Comunidade de Vila Nova da Barquinha. Adotou-se a metodologia de Planeamento em Saúde, o referencial teórico da promoção da saúde de Nola Pender e o Modelo de Avaliação, Intervenção e Empoderamento Comunitário de Pedro Melo. Este modelo orienta a tomada de decisão quanto às estratégias de abordagem. No sentido de fundamentar essas estratégias em práticas baseadas na evidência, foi realizada uma revisão integrativa da literatura sobre a temática. Avaliou-se o nível de empoderamento comunitário através da Escala de Avaliação do Empoderamento Comunitário e a escala Medida de Adesão aos Tratamentos (MAT). A partir da análise dos resultados da revisão integrativa e da aplicação dos instrumentos de medida, estabeleceram-se diagnósticos de enfermagem e foram planeadas intervenções como, educação para a saúde, marketing em comunicação e divulgou-se o próprio projeto. Os indicadores de resultado, como a melhoria do score na escala de MAT, demonstram tendência positiva na evolução do nível elevado de adesão ao regime medicamentoso pela amostra de idosos polimedicados, assim como a percentagem de profissionais que considera recorrer às estratégias apresentadas representa um ganho elevado de conhecimento dos profissionais de saúde sobre o tema. Salienta-se que a reduzida dimensão da amostra, não permite concluir quanto ao impacto da intervenção no Empoderamento Comunitário, sugerindo-se a replicação do estudo em amostras de maior dimensão.
- Empoderamento Comunitário para o Controlo do Peso Infantil Associado ao Tempo de Exposição aos Ecrãs (ECRAN)Publication . Fernandes, Mariana dos Santos; Barros, Teresa Madalena Kraus Brincheiro HüttelEnquadramento: O relatório descreve o percurso do estágio, numa análise crítico-reflexiva do processo de aquisição e desenvolvimento de competências inerentes à prática especializada em Enfermagem de Saúde Comunitária na área de Saúde Comunitária e de Saúde Pública. O estágio decorreu na Unidade de Saúde Pública e na Unidade de Cuidados na Comunidade da Unidade Local de Saúde da Região de. Após definir o perfil de saúde da comunidade e considerando a problemática do aumento da prevalência do excesso de peso/obesidade infantil a nível nacional, surgiu o Projeto ECRAN - Empoderamento Comunitário para a Regulação do Acesso às Novas tecnologias. Objetivos: O Projeto ECRAN pretende avaliar o nível de empoderamento comunitário e o processo comunitário, identificar os fatores de risco do excesso de peso/obesidade infantil associado ao uso de ecrãs pelas crianças e orientar para estratégias de intervenção. Metodologia: O projeto considerou as etapas da metodologia do planeamento em saúde, a incorporação do Modelo de Avaliação, Intervenção e Empoderamento Comunitário e o Modelo de Promoção da Saúde. A população-alvo do estudo foram as crianças do 1º e 2º ano, com idades entre os 6 e 8 anos, inscritas no Agrupamento de Escolas de .A amostra é não probabilística por conveniência e corresponde a um total de 392 crianças e respetivos Encarregados de Educação, sendo que destes aderiram 157. O projeto consistiu na aplicação de um Questionário aos Encarregados de Educação e de uma Escala de Avaliação do Empoderamento Comunitário ao grupo focal de Encarregados de Educação. Posteriormente foi realizada uma Revisão Integrativa da Literatura que permitiu completar as propostas de intervenção em saúde escolar lideradas por Enfermeiros Especialistas que reduzem o tempo de ecrã a que as crianças estão expostas. Todos os pressupostos éticos foram respeitados. Resultados: Cerca de 63% das crianças (n=99) utilizam maioritariamente a televisão. A exposição aos ecrãs ocorre diariamente em 58% das crianças (n=91) e quase todos os dias em 27% das crianças (n=42). Quanto às horas de exposição aos ecrãs estas são excedidas com mais frequência durante o fim-de-semana, em 41% das crianças (n=64). Curiosamente não se identificou excesso de peso na faixa etária dos 6 aos 8 anos. Quanto ao nível de empoderamento comunitário existem diversos domínios que necessitam de ser melhorados, nomeadamente o da liderança comunitária. Conclusão: Durante o desenvolvimento do Projeto ECRAN foi essencial a articulação com os diferentes parceiros comunitários para alcançar os objetivos.
