Browsing by Author "Correia, Joana"
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- Association between dietary intake and the expression of clock genes in adults: a brief reportPublication . Lages, Marlene; Barros, Renata; Ferreira-Marques, Marisa; Correia, Joana; Caseiro, Armando; Guarino, Maria P.; Carmo Silva, Sara; Le Coutre, JohannesBackground: The circadian system regulates several physiological processes, including energy metabolism, through the expression of core clock genes. Animal studies suggest that dietary composition can influence circadian gene expression; however, evidence in humans remains limited. Objective: This study aimed to explore the association between dietary macronutrient intake and the expression of circadian clock genes in the whole blood of adults with distinct metabolic profiles. Methods: Nineteen adults (94.7% female; 43.4 ± 16.05 years) were categorized into healthy-weight and overweight/obesity groups based on BMI. Dietary intake was assessed using a 3-day food diary, and clock gene expression (CLOCK, BMAL1, PER2, CRY) was evaluated in whole blood samples collected between 08:00 a.m. and 04:00 p.m. Statistical analyses included group comparisons and correlation analyses between macronutrient intake and gene expression. Results: No statistically significant differences were observed in the clock gene expression between BMI groups, although group-level trends were noted, particularly in PER2 and CRY expression. The overweight/obesity group exhibited a significantly higher percentage of energy intake from protein. Correlation analyses revealed several time-dependent associations between macronutrient intake and clock gene expression. Notably, in the healthy BMI group, BMAL1 and CRY expression correlated with lipid and protein intake, while in the overweight/obesity group, CLOCK expression was strongly associated with both lipid and carbohydrate intake. Conclusion: These findings suggest that macronutrient composition may influence peripheral circadian gene expression in a time- and BMI-dependent manner. Further research is necessary to confirm these associations in larger and more diverse populations and to investigate the potential for chrononutrition strategies to support metabolic health.
- Efeito de um programa de tiro com zarabatana na função respiratória de adultos com Dificuldades Intelectuais e DesenvolvimentaisPublication . Birsanu, Irina; Correia, Joana; Reis, Mónica; Flora, Sofia; Marcelino, Rita; Diz, Susana; Mourinha, Bruno; Silva, Cândida G.; Barroso, Marisa; Cruz, JoanaIntrodução e Objetivos: A principal causa de morte e de internamento em pessoas com Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais (DID) é a patologia respiratória. O treino de tiro com zarabatana tem o potencial de melhorar a função respiratória de populações com/sem patologia através de uma atividade lúdica com significado, que envolve todo o ciclo respiratório. No entanto, o seu impacto na população com DID não é claro. Este estudo explorou os efeitos de um programa de tiro com zarabatana na função respiratória de adultos com DID. Material e Métodos: Foram recrutados 16 adultos com DID na Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social (OASIS) e distribuídos, de acordo com a disponibilidade para participar nas sessões, em 2 grupos: intervenção (tiro com zarabatana, GI, n=8) e controlo (usual care, GC, n=8). O programa de tiro com zarabatana foi realizado na OASIS 1 vez/semana durante 3 meses (início: 30-40 tiros a 4m do alvo; progressão: aumento da distância/n.º tiros). Foram avaliadas: 1) a função pulmonar, através do Volume Expiratório Forçado no 1º segundo (FEV1%previsto), Capacidade Vital Forçada (FVC%previsto) e Pico de Fluxo Expiratório (PEF); 2) a força dos músculos respiratórios através das Pressões Inspiratória (PIM) e Expiratória (PEM) Máximas. Foram analisadas as diferenças: 1) entre GI e GC na baseline (M0) e aos 3 meses (M1) (teste t-student ou teste Mann-Whitney; α=0,05) e 2) entre os momentos de avaliação (M0-M1) em cada grupo (teste Wilcoxon; α=0,05). Resultados: 12 participantes concluíram o estudo, 7 no GI (33,0±14,4 anos; 5 mulheres) e 5 no GC (51,8±9,3 anos; 3 mulheres). Os grupos apresentaram uma diferença estatisticamente significativa em relação à idade (t-student, p=0.029), mas não em relação ao sexo. Os grupos não apresentaram diferenças significativas em M0 (p>0.05). Não foram observadas diferenças significativas na função pulmonar e na força dos músculos respiratórios (p>0,05) em M1 entre o GI e o GC (FEV1-GI=62,3±14,6%previsto FEV1-GC=79,0±17,7%previsto; FVCGI=64,1±17,2%previsto FVCGC=70,8±19,4%previsto; PEFGI=146,3±36,0L/min PEFGC= 279,0±166,9L/min; PIMGI=28,0±22,3cmH2O PIMGC=33,6±13,1cmH2O; PEMGI= 38,4±25,9cmH2O PEMGC= 40,4±16,6cmH2O). Nenhum dos grupos apresentou diferenças entre M0 e M1 (p<0,05). Conclusões: O treino de tiro com zarabatana não parece produzir efeitos significativos na função respiratória em adultos com DID a curto prazo. No entanto, são necessários mais estudos com desenhos robustos para confirmar os resultados.
