ESAD.CR - Mestrado em Artes Plásticas
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Percorrer ESAD.CR - Mestrado em Artes Plásticas por orientador "Bragança, Célia Melo"
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- A Obra como RastoPublication . Marques, Jorge Miguel Matias; Faria, Nuno Filipe Moreira Ribeiro; Bragança, Célia MeloO presente documento tem por objetivo refletir acerca de um conceito particular que identifiquei como sendo central à minha prática artística em gravura: o conceito de “rasto”. O termo “rasto” refere-se a um resto material deixado após uma ação. Assim, procuro estabelecer uma aproximação entre a prática da gravura e o conceito de rasto, ao delimitar um conjunto de caraterísticas comuns a ambos os processos, numa reflexão que articula os conceitos de aura e informe. Ao longo deste documento demonstrarei como rasto e gravura se assemelham nas caraterísticas materiais dos processos que englobam, bem como nos seus produtos e a forma particular como estes se significam. Em particular destacarei a forma como os seus processos compreendem a mesma conjuntura onde uma substância que agindo como matriz transfere as suas caraterísticas para uma superfície recetora.
- Fio do TempoPublication . Baptista, Sara Margarida Amaro; Oliveira, Maria Luísa Mota Soares de; Bragança, Célia MeloO Tempo é um agente de mudança que a todos e tudo abrange. Atuando indiscriminadamente e sem barreiras, impossível de conter ou captar, impossível de lhe escapar ou tocar. A sua omnipresença está em vigor desde a criação do Universo e questões de como retratar esta condicionante da existência foram debatidas ao longo das eras. Tendo em conta a sua imaterialidade, representações do mesmo só são possíveis através de alegorias ou dos seus efeitos. Este projeto aborda a ação do tempo e memória perante o desenvolvimento de uma linguagem artística: a passagem, as marcas que deixa nos objetos e a forma como podemos aprisionar momentos através da fotografia. Propõe um olhar atento às formas de objetos deteriorados e destruídos pelo decorrer do tempo. Interessa-me fotografias de detalhes dos objetos, para estes se distanciarem do seu contexto original. Assim, a fotografia transpõe o figurativo, destacando a linguagem das formas inclusas nos objetos, com o intuito de me aproximar da experiência da passagem temporal, já que esta é relativa e subjectiva. A gravura é utilizada para materializar as questões que se levantaram durante o desenvolvimento deste projecto
- Representação da Efemeridade e da Fragilidade do Corpo e da Vida Vegetal nas Práticas ArtísticasPublication . Cruz, Sara de Vasconcelos Esteves Pinho; Bragança, Célia Melo; Faria, Nuno Filipe Moreira RibeiroA minha investigação consiste na relação entre a vida vegetal e o meu corpo, no seu percurso de representação nas práticas artísticas. A investigação desenvolve-se em torno do meu interesse pela condição frágil e efémera encontrada no meu corpo e na vida vegetal, assim como a análise sobre a representação das plantas no campo da Arte e a sua relação com o corpo feminino, ou seja, um percurso da representação da vida vegetal nas práticas artísticas. Para adicionar, a investigação aborda o tópico da ansiedade e como esta é usada nas práticas artísticas, assim como é possível manifestá-la nas obras de arte. Eu pretendo representar, através da minha interpretação poética, a fragilidade do meu corpo e da vida vegetal. Com isto, irei optar por demonstrar através das minhas séries de trabalhos em desenho, fotografia digital e em gravura. A série de fotografia digital e a série de desenho irão representar a fragilidade do estado de espírito, assim como a efemeridade do corpo e das plantas, ou seja, a relação entre elas. De seguida, a série de gravura consiste na construção de livros de artista, impressos sobre monotípicas de diversas plantas para questionar a sua efemeridade e alteração. Na sua essência, a investigação envolve-se numa elaboração de uma constelação de noções que se focam na efemeridade e da fragilidade do meu corpo e da vida vegetal nas práticas artísticas.
