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Os Ensaios Clínicos aplicados a software da saúde: Análise das aplicações móveis para a saúde mental

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Resumo(s)

Os problemas de saúde mental constituem um desafio global que afetam um grande número de pessoas de todas as idades, e de todos os estratos sociais. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) 4.4% da população mundial, cerca de 322 milhões de pessoas, sofrem de depressão. Sofrendo 3.6%, cerca de 264 milhões de pessoas, de ansiedade. Em Portugal estes dados são de 5.7%, 578.234 pessoas, que sofrem de depressão, e de 4.9%, 502.452 pessoas, que sofrem de ansiedade. Com o avanço das novas tecnologias e comunicações assiste-se ultimamente a uma grande proliferação de produtos e serviços tecnológicos na área da saúde mental. Nesta área, medicamentos, terapias e técnicas de diagnósticos têm de ser submetidos a rigorosos e complexos ensaios clínicos antes de serem utilizados por humanos. Ora, na área das tecnologias e comunicações para a saúde mental, embora seja necessário seguir processos e normas rígidas, não se compara ao nível de complexidade de um ensaio clínico. Efetuado o estudo de algumas das aplicações móveis existentes verificou-se que em quase todas as aplicações existentes, o nível de evidência cientifica era pouco, ou quase inexistente. Por isso, nesta dissertação verificamos quais as fases de desenvolvimento de um ensaio clínico e de que forma poderão ser aplicados às aplicações móveis da saúde mental, sendo proposto um modelo de ensaio clínico aplicado às aplicações móveis na saúde mental.

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Palavras-chave

Saúde mental Aplicações móveis Ensaios clínicos mHealth

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