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Publicação

Contraceção em Adolescentes: Conhecimentos e Práticas em Portugal

dc.contributor.authorMiranda, Patrícia
dc.contributor.authorMoleiro, Pascoal
dc.contributor.authorGaspar, Pedro
dc.contributor.authorLuz, Alexandra
dc.date.accessioned2026-07-08T13:25:20Z
dc.date.available2026-07-08T13:25:20Z
dc.date.issued2019-08-01
dc.description.abstractIntrodução: Os adolescentes são um grupo de intervenção prioritária em saúde reprodutiva. Os médicos de medicina geral e familiar, ginecologistas e pediatras são os principais responsáveis pelo aconselhamento contracetivo.Material e Métodos: Estudo transversal, correlacional, de natureza quantitativa, aprovado pela comissão de ética do Centro Hospitalar de Leiria. Dados colhidos em questionário online validado (alfa de Cronbach e Análise Fatorial Exploratória), constituído por itens de tipo diferencial semântico, com cinco pontos (“Discordo totalmente — 1” e “Concordo totalmente — 5”). Pontuações mais elevadas conotam-se com maior conhecimento ou adequabilidade na questão. Análise por género, especialidade, anos de carreira e grau de formação: especialista, interno de formação específica.Resultados: Obtiveram-se 338 respostas (51% médicos de medicina geral e familiar, 29% pediatras, 20% ginecologistas). Do total, 66% eram especialistas, 36% tinham menos de cinco anos de carreira e 17% tinham mais de 20 anos de carreira. O conhecimento das recomendações foi superior entre os ginecologistas [4,38 (1,09); p < 0,001] e no género feminino [3,65 (1,41); p = 0,039] com diferença estatisticamente significativa. Os ginecologistas receberam mais formação recentemente [3,79 (1,42)] e consideram estar atualizados [4,41 (0,70), p < 0,001].Discussão: O questionário revelou validade e fiabilidade. Os ginecologistas estão mais familiarizados com a contraceção na adolescência, enquanto pediatras e clínicos mais novos referem maior necessidade de atualização. Os ginecologistas receberam formação recentemente e consideram estar atualizados, pelo que a formação na área parece ter impacto positivo.Conclusão: O conhecimento acerca do aconselhamento contracetivo ainda não é ótimo, pelo que é fundamental investir na formação dos profissionais de saúde.por
dc.description.abstractIntroduction: Adolescents are a target group for reproductive health intervention. Family physicians, gynecologists and pediatricians are the main providers of contraceptive counseling.Material and Methods: Correlational, cross-sectional study, approved by the ethics committee of Leiria Hospital, Portugal. Data was collected through a validated online questionnaire (Cronbach’s alpha and Exploratory Factorial Analysis) using a semantic differential scale (1 — Totally Agree; 5 — Totally Disagree). Higher scores were indicative of greater knowledge or suitability concerning the matter in question. Results were compared by gender, specialty, years of career and rank: consultant or resident.Results: We received 338 responses (51% family physicians, 29% pediatricians, 20% gynecologists), 66% were specialists, 36% had been working for less than 5 years and 17% for more than 20 years. Awareness of national recommendations was higher in gynecolo-gists [4.38 (1.09)] and in the female gender [3.65 (1.41)] with statistically significant differences. Gynecologists had more recent training [3.79 (1.42)] and considered themselves to be up-to-date [4.41 (0.70)], p< 0.001. Discussion: The questionnaire showed reliability and validity. Gynecologists were more familiarized with adolescent contraception; pediatricians and young clinicians highlighted the need for an update on this matter. Gynecologists had more training and considered themselves up-to-date, so training in this area seems to have a positive impact.Conclusion: Knowledge about contraceptive counseling is not yet sufficient, so it is very important to invest in the continuous medical education of clinicians.eng
dc.identifier.citationMiranda P, Moleiro P, Gaspar P, Luz A. Contraception for Adolescents: Knowledge and Practices in Portugal. Acta Med Port [Internet]. 2019 Aug. 1 [cited 2026 Jul. 8];32(7-8):505-13.
dc.identifier.doi10.20344/amp.11088
dc.identifier.issn1646-0758
dc.identifier.issn0870-399X
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.8/16562
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.publisherOrdem dos Medicos
dc.relation.hasversionhttps://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/11088
dc.relation.ispartofActa Médica Portuguesa
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectAconselhamento
dc.subjectAdolescência
dc.subjectContracepção
dc.subjectContraceptivos
dc.subjectAdolescent
dc.subjectContraception
dc.subjectContraceptive Agents
dc.subjectCounseling
dc.subjectPortugal
dc.titleContraceção em Adolescentes: Conhecimentos e Práticas em Portugal
dc.title.alternativeContraception for Adolescents: Knowledge and Practices in Portugaleng
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage513
oaire.citation.issue7-8
oaire.citation.startPage505
oaire.citation.titleActa Médica Portuguesa
oaire.citation.volume32
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
person.identifier.ciencia-id7817-9AD1-A81D
person.identifier.orcid0000-0001-8996-4356
relation.isAuthorOfPublication34e873ed-8d63-408c-ab8c-c61c46de6741
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery34e873ed-8d63-408c-ab8c-c61c46de6741

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