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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Portugal é um país de emigração que, afinal, nunca deixou de ser mesmo quando se tornou um país de
imigração. Este artigo mostra que, às diferentes vagas migratórias ao longo dos últimos 30 anos para destinos
tradicionais, se juntou o aparecimento de novos destinos migratórios de natureza temporária ou permanente
numa dinâmica migratória assinalável. A emigração portuguesa atual está mais dispersa geograficamente
e é mais diversa quanto aos perfis dos emigrantes. No que se refere à geometria sistémica das migrações
portuguesas, ao longo da última década, a integração no sistema migratório europeu e a intensificação da
participação, enquanto país emissor, no designado sistema migratório lusófono sublinhou a semiperiferia de
Portugal no sistema migratório mundial.
A análise da forma como o Estado português se procura relacionar com os portugueses não residentes no
território nacional permite, no entanto, defender que a maioria das políticas de vinculação adotadas pelo Estado
português assentam ainda na imagem da emigração dos anos 60 e inícios dos anos 70 não se tendo adequado
a esta evolução sociológica dos emigrantes e à geopolítica dos destinos migratórios.
Descrição
Palavras-chave
Emigração Políticas migratórias Sistema migratório Políticas de vinculação Cidadania externa
Contexto Educativo
Citação
Editora
CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade / Edições Afrontamento
