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Chitosan as seed soaking agent: germination and growth of Coriandrum sativum and Solanum lycopersicum

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Resumo(s)

A crescente exigência mundial por alimentos representa uma preocupação cada vez maior para com os recursos agrícolas. De modo a atender a exigência resultante de estudos demográficos, é extremamente importante melhorar as tecnologias de produção de modo a alcançar uma elevada produção agrícola. Fertilização apropriada e eficiência de controlo de pestes, em culturas, é essencial para se obter produções de alta qualidade. Para melhorar a resistência de culturas contra oscilações de temperatura e doenças, várias estratégias foram testadas, como o revestimento de sementes (Omolehin et al., 2007). Embora as práticas atuais aumentem efetivamente a germinação e reduzam as perdas, os agentes convencionais de revestimento de sementes não são a melhor alternativa, pois dependem da adição de fertilizantes químicos e pesticidas no solo, levando a custos ambientais. Além disso, as pragas podem desenvolver resistência contra estes tratamentos, o que implica o uso de quantidades cada vez maiores de produtos químicos para manterem a eficiencia (Altieri e Nicholls, 2003). Portanto, há uma exigência crescente por alternativas mais seguras e mais ecológicas. O quitosano é um polissacárideo catiónico produzido pela N-desacetilação alcalina da quitina. A carga positiva do quitosano confere inúmeras e únicas propriedades fisiológicas e biológicas com grande potencial em uma ampla gama de indústrias, como tratamento de água, processamento de alimentos, medicamentos e farmacologia (Rinaudo, 2006). Além disso, o quitosano foi reconhecido como um produto com a capacidade de aumentar a produção de culturas devido às suas bio-atividades: biodegradabilidade, estimulação de crescimento e germinação de sementes, aumento da absorção de nutrientes, redução do stresse oxidativo, aumento do teor de clorofila, alargamento fotossintético e cloroplasto nas folhas, antifúngico, antiviral e propriedades antibacterianas (El Hadrami et al., 2010; Hadwiger, 2013). Portanto, este pode ser usado como pulverização foliar, revestimento de sementes, mergulho em raiz de plântulas; enriquecimento do solo ou como suplemento em meios de tecidos vegetais (Pichyangkura, R. e Chadchawan, 2015). Este recurso marinho (subproduto processamento pescado) e as suas propriedades biológicas, apoiam a hipótese de usá-lo como matéria-prima para as indústrias biotecnológicas, aumentando dessa forma seu valor economico. A única desvantagem foi a concentração utilizada (quitosano a 1%), sendo esta concentração inibitoria para o desenvolvimento das espécies testadas. Nesse contexto, o objetivo foi avaliar o efeito do quitosano extraído de recursos marinhos ao nível da germinação e desenvolvimento das espécies Solanum lycopersicum (tomate) e Coriandrum sativum (coentros).

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Palavras-chave

Quitosano imersão sementes Solanum lycopersicum Coriandrum sativum germinação

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