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Orientador(es)
Resumo(s)
A República Popular de Angola (RPA) integra os "países da Linha da Frente" na África Austral. O seu reconhecimento internacional decorre da colonização portuguesa, lutas pela independência, guerra colonial e da descolonização entre 25 de Abril e 11 de novembro de 1975.
Cinquenta anos após o “25 de Abril” e a descolonização em África, é essencial refletir analiticamente sobre este legado.
A questão dos retornados continua a ser sensível na sociedade angolana e não só. Muitas pessoas conheceram familiares ou amigos que fugiram de Angola para escapar aos massacres das guerras entre MPLA, FNLA e UNITA após a independência em 1975. Esse período foi marcado pela separação de famílias onde milhares fugiram, deixando tudo para trás.
Cerca de 600 mil pessoas vieram para Portugal sem dinheiro e sem esperança, enfrentaram discriminação e desconfiança na metrópole. Este projeto visa explorar a vida dos colonos e retornados, seus costumes, rotinas e as diferenças culturais que experimentaram entre Angola e Portugal. Este estudo analisa a mediação, integração e reinvenção identitária dos retornados, abordando os desafios económicos, culturais e sociais enfrentados ao recomeçar a vida na metrópole após a vinda do Ultramar.
Descrição
Palavras-chave
Descolonização Interculturalidade Intervenção Retornados
