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Abstract(s)
O envelhecimento é marcado por um conjunto de alterações biológicas, psicológicas e sociais específicas, verificando-se uma tendência para salientar aspetos negativos, negligenciando oportunidades de bem-estar, desenvolvimento e felicidade. Inúmeras evidências científicas (e.g., Lousa, 2016) fundamentam que a intervenção através de programas de estimulação cognitiva é eficaz e traz vários benefícios no caso de indivíduos portadores de patologia, independentemente da sua idade. Cuidar de idosos, quer formal, quer informalmente, é uma atividade complexa que acarreta múltiplas dificuldades. Este estudo pretende elaborar e aplicar um programa de estimulação cognitiva (Estimula a Mente) a um idoso com Alzheimer; avaliar o grau de sobrecarga de um cuidador informal de um idoso com Alzheimer; e conhecer as dificuldades sentidas pelos cuidadores formais de um serviço de apoio domiciliário. Para além de um idoso com Alzheimer e da sua cuidadora informal, participaram no estudo 8 cuidadoras formais. Os instrumentos de avaliação utilizados foram: a Subescala Cognitiva da Escala de Avaliação da Doença de Alzheimer (Guerreiro, Fonseca, Barreto & Garcia, 2003), como pré e pós-testes ao programa de estimulação cognitiva; o Questionário de Avaliação da Sobrecarga do Cuidador Informal (Martins, Ribeiro & Garrete, 2003); e o Índice de Avaliação das Dificuldades do Cuidador (Sequeira, 2007). Os resultados obtidos salientam a importância da estimulação cognitiva na doença de Alzheimer; da promoção de políticas que permitam ao cuidador informal a conciliação entre a vida familiar e profissional e da implementação de medidas que ajudem os cuidadores formais de idosos a lidar com as dificuldades sentidas na sua prática profissional.
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Envelhecimento Alzheimer Estimulação Cognitiva Cuidadores