Percorrer por data de Publicação, começado por "2016-07-21"
A mostrar 1 - 4 de 4
Resultados por página
Opções de ordenação
- Refletindo sobre a Prática Pedagógica: a educação intercultural – experiências de aprendizagem realizadas com alunos do 2.º ano de escolaridadePublication . Neto, Andreia Ferreira; Magueta, Lúcia GraveO presente relatório é integrado por duas partes, uma referente à componente reflexiva e outra à componente investigativa. A primeira agrega a dimensão reflexiva das Práticas Pedagógicas realizadas em quatro contextos distintos relativos à Educação de Infância e ao 1.º Ciclo do Ensino Básico. A segunda parte apresenta a investigação realizada num destes contextos. A reflexão contempla os aspetos que ocorreram nas Práticas Pedagógicas e que foram relevantes para a formação e desenvolvimento profissional – as aprendizagens construídas, as dúvidas e questões, as dificuldades sentidas e ultrapassadas. Já na segunda parte é exposta a investigação desenvolvida. Esta é apresentada através de vários capítulos, desde o enquadramento teórico à apresentação e discussão de resultados. A segunda parte apresenta a investigação realizada, tendo esta incidido sobre a diversidade cultural que caracterizava um grupo de alunos do 2.º ano de escolaridade. O estudo seguiu a metodologia de investigação-ação e procurou responder à questão “De que forma a incursão e a abordagem à cultura de um país promove as aprendizagens dos alunos do 2.º ano de escolaridade?”. O processo de investigação incluiu a realização de seis experiências de aprendizagem que envolviam a abordagem a aspetos que caracterizam a cultura do Uzbequistão, uma das presentes na turma de alunos. Os dados recolhidos e tratados, relativos à avaliação das aprendizagens, mostraram que a incursão numa cultura, em justaposição à cultura dominante, pode promover as aprendizagens do currículo formal, para além de concretizar princípios de educação intercultural.
- Refletindo sobre a Prática Pedagógica: a técnica «Bilhetes à entrada e Bilhetes à saída» enquanto estratégia de avaliação formativa no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Silva, Sara Filipa Almeida; Magueta, Lúcia GraveO presente relatório foi elaborado no âmbito da Prática de Ensino Supervisionado do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e encontra-se organizado em duas partes: a Parte I, relativa à componente reflexiva, e a Parte II, relativa à componente investigativa. A componente reflexiva é constituída pelas reflexões sobre as experiências de formação e aprendizagens construídas ao longo das práticas pedagógicas realizadas em contextos de creche, jardim de infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico. Os aspetos abordados representam os momentos mais surpreendentes para mim, regularmente acompanhados pelas pesquisas desenvolvidas ao longo da minha formação. A componente investigativa apresenta um estudo de caso que incidiu sobre a aplicação de uma técnica de avaliação formativa – «Bilhetes à entrada e Bilhetes à saída» proposta por Lopes e Silva (2012) – tendo sido formulada a seguinte questão de partida: “Em que medida a técnica «Bilhetes à entrada e Bilhetes à saída» pode contribuir para a avaliação das aprendizagens?”. Para a realização do estudo, foram elaboradas três sequências didáticas que envolveram dezassete alunos do 3.º ano de escolaridade, nas quais se recolheram dados relativos ao uso desta técnica. Os resultados obtidos mostram as vantagens que o uso da técnica «Bilhetes à entrada e Bilhetes à saída» pode trazer ao processo de ensino-aprendizagem, podendo ser um instrumento útil aos professores do 1.º Ciclo para a concretização da avaliação formativa.
- Monitorização das vibrações ambientais no Mosteiro da BatalhaPublication . Pedroso, Micael da Silva; Rodrigues, Hugo Filipe Pinheiro; Varum, Humberto Salazar AmorimNo passado recente têm-se intensificado as vibrações ambientais no entorno de algumas estruturas sensíveis, nomeadamente, de alguns edifícios históricos com elevado valor patrimonial. Ora, neste tipo de construções, tais vibrações podem contribuir significativamente para o aumento e evolução de danos já existentes, estruturais e não estruturais, assim como podem despoletar novas alterações. O que este artigo pretendeu foi precisamente apresentar a relação entre tais vibrações ambientais e eventuais alterações estruturais e não estruturais, tendo por base os resultados obtidos a partir de um estudo desenvolvido no Mosteiro de Santa Maria da Vitória. O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido como Mosteiro da Batalha, foi mandado construir no século XIV por D. João I e representa hoje um dos maiores legados do estilo manuelino, apresentando por igual, uma arquitetura gótica bem vincada. Situado no centro da vila da Batalha, no distrito de Leiria, este monumento reveste grande importância histórica, à qual se tem vindo a associar um cunho turístico cada vez mais intenso, uma vez que é visitado por milhares de visitantes anualmente, constituindo atualmente um dos pontos de referência do roteiro turístico português. O trabalho aqui desenvolvido teve como objetivo principal a avaliação das vibrações impostas pela circulação de veículos ligeiros e pesados no itinerário complementar IC2, o qual passa muito próximo da entrada principal do Mosteiro. As vibrações foram medidas em diferentes pontos, tendo em especial consideração os intervalos de tempo em que o tráfego é mais acentuado. Foram também feitas medições nos vitrais do Mosteiro de forma a correlacionar tais valores com os obtidos na base do edifício, uma vez que estes elementos apresentam uma fragilidade bastante superior em relação ao resto da construção. Cumpre ainda sublinhar que os resultados obtidos são comparados com os limites apresentados pela norma Portuguesa NP2074, bem como com os valores patentes noutras normas internacionais, tais como a italiana UNI 9916, as inglesas BS 7385 e BS 5228 e ainda em vários estudos desenvolvidos com base nas normas americanas.
- A liberdade religiosa do trabalhador à luz da Convenção Europeia dos Direitos do HomemPublication . Loureiro, Francisco José Abrantes Serra; Costa, Ana Isabel Lambelho; Almeida, Susana Catarina Simões deNuma sociedade hodierna caraterizada por uma crescente e, aparentemente, irreversível globalização assistimos a um fluxo migratório de trabalhadores que escolhem países que não o seu de origem para desenvolver a sua atividade profissional. Este fluxo vem promover o aumento da diversidade de culturas nos países de acolhimento, diversidade que se alarga a um contexto religioso. Pese embora a laicidade formal do Estado Português, bem como da generalidade dos Estados europeus, a legislação laboral interna não consegue, por si só, estabelecer uma proteção adequada a todas as religiões, nomeadamente as minoritárias, o que nos levou a abordar esta questão analisando a proteção dada pela Convenção Europeia dos Direitos do Homem, como instrumento solene de proclamação de Direitos Humanos, e o subsequente tratamento jurisprudencial do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem no que tange à liberdade religiosa dos trabalhadores. Através da análise dos diversos casos levados até ao Tribunal de Estrasburgo, cumpre, por um lado, aferir da eficácia da legislação existente e, por outro, e com o respeito da mesma, perceber até que ponto pode a liberdade religiosa de um trabalhador ceder aquando da celebração de um contrato de trabalho ou até onde deve um empregador ajustar a sua organização em respeito à liberdade religiosa dos seus trabalhadores nas suas diversas manifestações. Nesse sentido, analisaremos alguns casos de âmbito juslaboral em que as restrições impostas aos trabalhadores consubstanciam eventuais violações da sua liberdade religiosa nas mais diversas manifestações, nomeadamente, quanto a questões de índole religiosa atinentes a vestuário, horários ou alimentação entre outras.
