Percorrer por autor "Pires, Pedro Miguel Ferreira"
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- GESTÃO DO COMPORTAMENTO AGRESSIVO/VIOLENTO EM CONTEXTO DE URGÊNCIA GERAL – PRÁTICA ESPECIALIZADA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE MENTAL E PSIQUIÁTRICAPublication . Pires, Pedro Miguel Ferreira; Laranjeira, Carlos António Sampaio de JesusEste relatório reflete o processo formativo integrado no Mestrado em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica (MESMP), da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria. A primeira parte é constituída pela contextualização dos diferentes locais de Ensino Clínico (EC). Na segunda parte é realizada a análise crítico-reflexiva relativamente às oportunidades de aprendizagem e atividades realizadas, nos diferentes contextos de aprendizagem, focando-se nas competências comuns e específicas de Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica (EEESMP). Na terceira parte é descrita a implementação do Projeto de Melhoria Contínua da Qualidade dos Cuidados de Enfermagem (PMCQCE), estruturado de acordo com a metodologia do ciclo PDCA. O PMCQCE centrou-se na capacitação dos enfermeiros de um serviço de urgência, com estratégias para a gestão de comportamentos agressivos/violentos, através da intervenção especializada em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica (ESMP). São variadas as adversidades encontradas no contexto hospitalar, pelo que as intervenções direcionadas aos profissionais, assumem destaque na consolidação de uma cultura de segurança hospitalar. De modo a prevenir episódios de violência, os profissionais devem estar dotados de competências comunicacionais e relacionais. Partindo destes pressupostos, foi desenvolvido um programa formativo de cariz psicoeducacional, com recurso à sequência cognitivo-comportamental. Foram implementadas sete sessões grupais direcionadas ao desenvolvimento das competências comunicacionais, relacionais e outros conhecimentos relacionados com a gestão da agressão. Na sua generalidade, e apesar de se verificarem alterações positivas relativamente às competências relacionais de ajuda, grau de assertividade e atitudes dos enfermeiros perante episódios de agressão/violência, não foram identificadas diferenças estatisticamente significativas no pós-intervenção (p<0.05). Os achados obtidos reforçam a necessidade de intervenção do EEESMP, pelo que se sugere a necessidade de investir na formação contínua dos profissionais de saúde, quanto às habilidades interpessoais e de comunicação, de modo a prevenir os erros que poderão estar na origem de atos violentos nos cuidados de saúde.
