Há indícios de que, por volta de 1914, Afonso Lopes Vieira e um primo tenham feito parte de um grupo de pessoas com vontade de estabelecer uma nova fábrica de vidros, dirigida por António de Magalhães Júnior. A I Guerra não deve ter facilitado as coisas, mas tudo parece indicar que em 1917 a fábrica produzia alguma coisa.