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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A práxis de atelier é analisada neste trabalho escrito com o intuito de visionar causas para a ambiguidade da obra de arte. Paralelamente, reflecte-se sobre a capacidade intrínseca do objecto artístico, como móbil para jogos de significação fugidios e polissémicos. É estudada a própria subjectividade do acto de ver, com a respectiva recriação da obra pelo espectador. O título da tese Objecto em Fuga é uma alusão a esse poder evasivo do objecto perante o jogo da interpretação.
Descrição
Palavras-chave
Enigma Interpretação Processo Factura Respigar
