Pires, Fernando Alípio BrízioCalé, Gustavo Martim Cabrita de Sousa2026-06-092026-06-092026-04-27http://hdl.handle.net/10400.8/16391Na cidade, os espaços verdes são habitados pela observação e manipulação dos que nela habitam, são reflexo dos nossos comportamentos para com o para-lá-de-nós: o nosso cuidado e atenção, mas também o desconhecimento. Para lá dos jardins arrumados, organizados e ornamentais, respeitáveis e úteis nas suas nobres funções de fazer a cidade “respirar”, o ambiente urbano possui muitos outros pontos de contacto com as plantas; alguns ainda por vezes desprezados ou esquecidos, como os passeios onde despontam plantas espontâneas selvagens, até terrenos baldios que a ninguém pertencem e onde se criam verdadeiros ecossistemas. Passando pela exploração da nossa relação com o meio silvestre dentro da cidade, que todos habitamos e do qual todos usufruímos, esta investigação assume a forma de uma exploração das relações de empatia e consciência que a cidade partilha, mais ou menos profundamente, com todos estes elementos, criando assim um conjunto de instrumentos destinados a atuar como meios para conhecer um lugar, de tornar evidente e realçar o que já todos vemos.porNaturezaCidadeBaldioJardimSilvestreObservaçãoAtençãoCuidarSelvagemDesignLigaçãoLenteA Quem Vai - Instrumentos para quem caminha na Naturezamaster thesis204313104