Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.8/461
Título: A escola e a educação social: narrativas (auto)biográficas sobre mediação sociopedagógica
Autor: Vieira, Ricardo
Vieira, Ana Maria
Palavras-chave: Mediação sociopedagógica
Trabalho social
Terceira pessoa
Data: 2010
Citação: VIEIRA, Ricardo; VIEIRA, Ana Maria - A escola e a educação social: narrativas (auto)biográficas sobre mediação sociopedagógica. In: IV CIPA - 4.º Congresso Internacional de Pesquisa (Auto)Biográfica. Brasil, São Paulo: USP/CIPA, 2010. ISSN: 2178-0676.
Resumo: O presente artigo pretende contribuir para o actual debate em torno da mediação na esfera da escola, cujo contexto envolve não apenas os habituais agentes da comunidade escolar (professores, alunos e famílias), como também recentes agentes educativos, aos quais se pede um novo papel ou, melhor, a reformulação de um papel antigo, que assume agora um novo termo: o de mediador sociopedagógico. A mediação sociopedagógica surge, hoje, como uma função assumida como necessária, podendo ser desempenhada por vários profissionais do social. De entre estes, encontramos os educadores sociais, os animadores culturais, os assistentes sociais, os psicólogos e outros profissionais aqui designados, de uma forma mais ampla, de técnicos superiores de trabalho social (TSTS); mas encontramos, antes de mais, os professores que, de uma forma (mais sensibilizada) ou de outra (menos preocupada) têm vindo a lidar com as questões sociais que se lhes impõem diariamente, ocupando, muitas vezes, esse lugar do mediador na escola. Será, o professor, independentemente dos variadíssimos perfis que pode assumir, a priori, um mediador? Será que o é, na prática? Sê-lo-ão todos? Será o professor apenas um mediador de aprendizagens ou, por outro lado, também de tensões sociais, de conflitos e de culturas? Logo, também um mediador intercultural e, portanto, um mediador sociopedagógico? Por outro lado, perante a complexidade cultural para a qual nos encontramos cada vez mais despertos, e tendo em conta as realidades diárias que são noticiadas pelos media, dando conta das frequentes tensões na escola, e à volta dela, traduzidas por conflitos entre alunos, entre alunos e professores, entre as famílias e a escola, encontramo-nos, talvez, diante de muito papel social para um professor só (Teodoro, 2006). Neste sentido, quem são os mediadores sociopedagógicos? Apenas os professores? Ou serão efectivamente precisos, nas escolas, para desempenhar esse papel, outros profissionais (Carvalho e Baptista, 2004; Caride, 2005), tais como os especialistas do Trabalho Social? As respostas a estas interrogações não se adivinham explícitas através de declarações fáceis ou sintéticas. Com base num processo de investigação em curso no CIID – Centro de Investigação Identidade(s) e Diversidade(s), do IPL – Instituto Politécnico de Leiria, Portugal, apresentaremos, ao longo deste artigo, recorrendo às falas de vários profissionais que desempenham o seu trabalho no espaço circum-escolar, as suas variadas perspectivas acerca do trabalho social na escola e da emergência de novos cientistas sociais na escola, decorrentes das experiências quotidianas que vivem.
URI: http://hdl.handle.net/10400.8/461
ISSN: 2178-0676
Aparece nas colecções:Comunicações em conferências e congressos internacionais

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